Os Pontos de Encontro
Comunitário (PEC) são uma ótima opção para quem prefere praticar exercícios
físicos ao ar livre. Além disso, é ideal para quem quer manter a saúde em dia e
não tem condições de pagar uma academia. O Distrito Federal conta com 191 PEC’s,
e no Lago Sul existem sete pontos no total.
O PEC situado na QI 29 do Lago
Sul conta com 10 equipamentos de ginástica para jovens e idosos se exercitarem.
Segundo a Administração Regional do Lago Sul o espaço inaugurado em março de
2013 é destinado à prática de exercícios físicos, principalmente para o
público-alvo, que são os idosos, já que a região possui 66% da população
formada por pessoas idosas.
A aposentada Marlene Duarte,
de 68 anos, moradora da QI 29 afirma que o espaço a incentiva na rotina de
exercícios e na melhora da qualidade de vida. “Eu sempre fiz caminhada diária e
com a criação desse ponto eu acrescento mais exercícios no meu dia, melhorando
a minha saúde e o meu bem-estar”, diz. “Com esses aparelhos posso trabalhar o
corpo todo e com o prazer de malhar ao ar livre, além de ser pertinho de casa.
É um lugar tranquilo”. O aposentado Geraldo Gonçalves, 73 anos, mora no Lago
Sul há oito anos e acredita que o lugar mudou a rotina dos moradores. “Desde
que inaugurou esse espaço podemos vir todos os dias fazer atividades sem
precisar ir muito longe, além de poder encontrar com vizinhos, o que estimula
mais”, afirma.
O PEC conta com aparelhos que
exercitam a parte aeróbica e muscular do corpo. Porém, se eles não forem usados
corretamente, podem causar graves lesões. “O espaço é ótimo, só que deveria
existir aula pelo menos uma vez por mês de um especialista que nos ensine como
usar os equipamentos corretamente, para não causar prejuízo à saúde de todos
que frequentam o Ponto”, afirmou o aposentado Geraldo.
A obra é uma iniciativa da
Novacap em parceria com a Administração Regional do Lago Sul e possui 157,44m2.
De acordo com a Administração da região o PEC foi criado por reivindicação dos
moradores.
A Novacap está em fase de
elaboração de contrato para a manutenção dos aparelhos dos Pontos de Encontro
Comunitário.
Risco
Apesar de serem projetados para a realização de
atividades físicas, é comum ver crianças utilizando os aparelhos do PEC como
brinquedos, o que pode ser considerado um risco. A babá Regiane Soares, de 33
anos, leva o garoto Augusto, de 8 anos, quase todos os dias no Ponto e diz que
não vê perigo ao deixá-lo brincar, mesmo existindo uma placa no local afirmando
o risco. “Não vejo nada demais nos aparelhos que possa machucá-lo. Ele sempre
está junto com mais crianças que ficam brincando”, afirma.
Para desfrutar do uso habitual das
quadras poliesportivas de forma satisfatória, moradoras de Águas Claras,
acreditam que vários pontos precisam ser melhorados. Gheisa Neves crítica à
falta de segurança. “Durante o dia a gente já chegou a ver, mas a noite não se
vê policiais. Está cada dia pior”, afirma a moradora. Já para Marlete Pimenta,
é necessário melhorar as instalações tanto no lado interno como externo da
quadra. “Precisa de bancos em volta, e também de limpeza, está bastante suja,
nós até já pensamos em fazer uma limpeza tanto dentro como fora, pois tornou um
ponto de encontro nosso, às vezes, chega a ter 15 famílias com seus cachorros”,
declara.
Segundo
as moradoras, o público é variado, vai de crianças a adolescentes que jogam
futebol, ou até pessoas como elas, que usam a quadra para passear com seus
cachorros, inclusive no período noturno.
A responsabilidade da quadra fica por conta da própria administração da
região. Marlete conta que moradores estão pensando em fazer um abaixo assinado
com as pertinentes reclamações, para os responsáveis que administram a quadra. A
reportagem entrou em contato com a assessoria de comunicação da Administração
Regional de Águas Claras, mas não obteve nenhum retorno.
Marlete Pimenta, Gheisa Neves e Suyane Vasconcelos, moradoras na quadra (esq. para dir.)
Pode melhorar
Em outra quadra da cidade, jovens usam quadra para praticar suas
atividades, como andar de skate e bicicleta, ou para se reunirem para
conversar, sempre mantendo um clima de entretenimento. Fernando Sestello,
Marcos Fernandes e Igor Sadoque são alguns dos jovens que frequentam o espaço diariamente.
As maiores queixas ficam por conta da
iluminação, já que os garotos costumam frequentar a quadra a noite. “Falta
iluminação e tem poucos postes. A quantidade de árvores acaba atrapalhando”,
afirma Marcos Fernandes. Apesar disso, eles consideram o ponto de encontro
agradável, mas que pode melhorar.
O futebol
jogado nas cinco quadras gratuitas de uma das Regiões Administrativas mais
pobres do Distrito Federal é uma maneira de reunir os moradores e garantir a
diversão toda semana. Entretanto, a falta de organização do campeonato da
categoria adulta desmotiva jogadores como o operário Raimundo da Silva Macedo,
de 35 anos.
Raimundo,
mais conhecido como Zico pelos amigos do Varjão, conta que apesar do número de
quadras, acha que o pessoal mais velho da cidade é muito desmotivado em relação
ao esporte. “Incentivo para as crianças até que tem por causa das escolinhas, mas para os adultos
não. Eles organizam o campeonato, mas nunca terminam”. Raimundo conta que
quando a competição chega à final, é cancelada por falta de verba ou porque
alegam que não tem premiação.
Raimundo treina com o filho na quadra ao lado do campo sintético do Varjão
Outro fator
que afeta a motivação dos jogadores, mas que está em vias de ser resolvido é a
falta de um local para a troca de roupa e de banheiros para uso dos atletas. A
Administração Regional da cidade já está no processo de construção de um
vestiário. O espaço terá em torno de 120 m² com área de descanso e três
banheiros.
Ray Alves
Ferreira, 19 anos, trabalha em uma empresa de marketing e mora no Varjão há 15
anos. Ele joga na quadra de futebol ao lado do campo sintético todas as terças
e quintas à noite e afirma que achou a construção do vestiário uma ótima
iniciativa. “Quando os jogadores precisam ir ao banheiro tem que ir para casa
ou usar o mato atrás do campo”.
O vendedor, Diego Dantas, veio do Rio
de Janeiro para o Varjão há três meses e já se enturmou com o pessoal da
pelada. Ele acha que as quadras são boas, mas que precisam de revitalização em
alguns pontos. “Essa aqui [quadra ao lado do campo sintético] tem as redes dos
gols rasgadas, poderiam colocar gols novos”, opina.
Para Raimundo, algo que poderia juntar a turma
adulta e dar mais motivação nos treinos e peladas seria a construção de um
ginásio coberto. “Às vezes chove e aí como é que joga? Uma quadra coberta igual
à do Paranoá ficaria muito melhor. O Varjão já tinha três quadras, em vez de
ter feito mais duas descobertas poderiam ter feito só um ginásio coberto”.
Talentos no Varjão - No campo de grama sintética do Varjão acontecem dois projetos sociais
voltados para meninos da comunidade. O Varjão Futebol Clube e o Juventude
Futebol Clube são iniciativas voluntárias de moradores da cidade que contam com
o apoio da Administração Regional.
O Juventude Futebol Clube foi
criado há cinco anossob o comando de Silvia
Chavez. A diretora da escolinha conta que viu no talento do filho a vontade de
dar oportunidade para outros meninos da cidade de se descobrirem e se
realizarem na atividade. Hoje, o projeto de Silvinha, como é conhecida na
comunidade, atende cerca de 70 meninos do Varjão. Os únicos pré-requisitos para
participar da escolinha são frequentar a escola e tirar boas notas.
Silvinha
conta que o maior intuito do projeto é afastar os meninos das drogas e da
criminalidade. “Hoje as pessoas estão muito avançadas, estão se envolvendo com
muita facilidade no mundo das drogas, principalmente com esse crack que veio
para matar”, lamenta.
A escolinha funciona através do
trabalho voluntário de moradores da comunidade. Denílson Rodrigues mora no
Varjão e atua como treinador voluntário desde a inauguração. “Aqui na escolinha
a gente é uma família. Não tem esse negócio se a pessoa é boa ou ruim, tem
espaço para todo mundo que quiser participar”.
O Juventude
ainda tem como objetivo revelar novos talentos através de peneiras feitas por
grandes clubes de futebol que vêm até a escolinha para assistir os treinos dos meninos.
Silvinha conta que já saíram do projeto três alunos para o Santos e quatro para
o Cruzeiro.
Quando o projeto começou o campo era
de terra e eles só tinham uma bola, mas isso não abalava a vontade dos meninos
de jogar. Denílson conta que quando José Ricardo Nascimento assumiu a
administração do Varjão, a escolinha ganhou um grande apoiador. A Administração
cede o espaço do campo sintético além de material como bolas e camisetas.
O ginásio da ASCEB (Associação dos Empregados da CEB), que fica na
904 sul, é a casa do UniCEUB/BRB. Inaugurado na década de 70. A partir de 2003
se tornou o lar oficial do tricampeão, quando disputou a Copa Centro-Oeste e a
Supercopa Brasil, torneios classificatórios para o Campeonato Nacional de
Basquete Masculino. Lá, o time venceu quase todos os jogos que disputou,
geralmente com lotação esgotada. Porém, o basquete nas redondezas do ginásio
anda esquecido, quase abandonado. A reportagem do Esquina On-line visitou
várias quadras próximas ao ginásio da ASCEB e constatou que Brasília ainda não
respira basquete. Pelo menos não nas proximidades do local dos jogos do
UniCEUB.
A primeira quadra que a reportagem
visitou foi a 303 sul, onde constatou um fato curioso. A única quadra
poliesportiva do local fica atrás do bloco J. Ela possui dois portões de acesso.
Um deles estava fechado com cadeado. O outro estava liberado normalmente, o que
significa que tentaram tornar o acesso a quadra restrito. Ninguém da prefeitura
da quadra foi encontrado para comentar o fato. Outro problema foi que a quadra
poliesportiva não estava completamente pronta. As tabelas de basquete não
possuíam aros, e não havia pintura no chão da quadra. A situação na quadra da
103 sul era a mesma: faltavam aros e pintura na quadra.
Na entrequadra 102/103 sul, há duas
quadras poliesportivas, porém nenhuma delas possui tabelas de basquete. As duas
possuem apenas traves de futebol. Situação pior é da quadra 302 sul, que está
completamente abandonada. Pichações estão por todos os lados, e a quadra é
usada como ponto de consumo de drogas e de dormitório por moradores de rua. A
tabela foi arrancada por vândalos, e só restou à base de sustentação.
Abandono na quadra 302 sul
Na praça da 506 sul, as coisas
melhoram um pouco. A quadra foi recentemente reformada pela administração de
Brasília. A pintura ainda estava sendo feita por operários quando a reportagem
do Esquina On-line chegou no local. As tabelas estavam novas e tinham até
redes. Porém, Benedito Rodrigues, um dos operários, lamentava que a quadra já
estava sendo depredada. “Acabamos de pintar e já tem gente usando a quadra como
pista de skate e banheiro para cachorro!”, lamentou.
Na entrequadra da 504 sul, conhecida
como praça do índio, a quadra estava em boas condições, com tabelas e pintura
em dia. Porém, o basquete não era o esporte praticado. Vários estudantes de um
colégio particular, que fica nas proximidades do ginásio da ASCEB, jogavam
futebol no momento da reportagem.
Procurada, a Administração de Brasília
não havia se manifestado sobre o estado das quadras poliesportivas até o
fechamento desta matéria.
Se
você está jogando bola com um amigo que não é um grande “craque”, dá um passe a
ele e a bola sai na lateral, se prepare para correr até a parte de fora da
quadra. Essa realidade ocorre em Brasília, área central do Distrito
Federal.As quadras de esporte das Asas
Sul e Norte não recebem investimento da administração e ficam abandonadas, com
as cercas quebradas e o piso sem pintura.
Na
Asa Norte, o local para prática esportiva da superquadra 114 está abandonado. A
cerca não completa a volta inteira em torno da quadra, a pintura está
desgastada e parece que nunca foi acabada. Os gols para jogar futebol não possuem
redes e as traves de ferro já apresentam sinais de ferrugem pela falta de
manutenção. A tabela de basquete não existe e a grama já começa a tomar conta
do concreto desgastado.
Quadra na 114 norte não tem rede para o gol e nem tabela para basquete
Também
na Asa Norte, na 404, a situação é semelhante. Apesar de contornar todo o
perímetro da quadra poliesportiva, a cerca metálica está rompida em vários
pontos, onde os arames ficam expostos para fora ou para dentro da quadra, um
risco para os esportistas e para os pedestres. Na falta de lixeiras por perto,
o chão se torna depósito para os resíduos deixados no local, muitas vezes por
pessoas que utilizam o espaço apenas para consumir bebidas alcóolicas e fazer
bagunça durante as madrugadas.
Arte Urbana – “Está tudo pichado”, diz o neto de
Iridê Moll enquanto joga bola com o seu avô. Na quadra da 310 norte, as
pichações e os desenhos tomaram conta da quadra mal conservada. Além disso, a
cerca quase não existe e o concreto está todo quebrado. Alguns moradores sem
consciência aproveitam o espaço para descartar objetos no local: uma impressora
ocupava o canto da quadra.
Pichação em muro da quadra 310 norte
Iridê
vem à capital há oito anos de Erechim, no Rio Grande do Sul, para visitar a
filha e os netos que moram em Brasília. Em sua percepção, a quadra de esportes
nunca recebeu melhorias em todo esse tempo. “Tem gente que recebe dinheiro para
investir no espaço público. Não tem nenhum banco para sentar, eles poderiam
cuidar muito mais”, relata. Para ela, a administração poderia investir em
banheiros para quem pratica esportes na quadra. Além disso, não há iluminação.
Em
alguns pontos das quadras 400 na Asa Norte várias pichações onde se lê “400
F.C.”, pintado nos suportes onde deveriam existir tabelas e cestas para a
prática de basquete.
Quadra? – Na 405 sul, está o maior exemplo de
falta de investimento das quadras que foram visitadas. O cimento, que deveria
caracterizar o piso de uma quadra de esportes não existe. A área está tomada
por grama e barro, o que restou foram apenas as cercas inacabadas e as traves
que um dia deveriam ser utilizadas como gols. A área fica no meio da
superquadra e está apenas ocupando espaço, já que não serve para prática de
nenhum esporte.
Ana
Caroline Seidler, que mora no bloco próximo a quadra, acha que virou apenas um
espaço de perigo aos moradores. “Não tem mais nada aqui, então se você tem que
passar por essa grama toda, corre o risco de ser assaltada. Eles podiam limpar
isso. Faz a quadra ou dá um jeito no espaço”, comenta.
Novamente
na superquadra 404 Norte, é difícil reconhecer que um espaço vazio do gramado
foi inicial planejado para ser uma quadra de vôlei. Dominada pela vegetação, a
quadra ainda possui as hastes onde a rede que divide os campos adversários
deveria se fixada, uma delas quase caída, e ambas bastante enferrujadas.
Cercas quebradas, pontas
de metal espalhados, riscos para todos
– Em boa parte das quadras de esporte visitadas, é possível encontrar o mesmo
grande perigo: cercas quebradas. As telas metálicas podem ter sido rompidas, ou
as barras superiores separadas do resto do perímetro e até mesmo alguns
alambrados inteiros podem ser vistos ao chão. O que ficam são os riscos de
acidentes que essas estruturas metálicas representam.
Considerado
o tipo de ferrugem encontrado em praticamente todas essas grades, a possibilidade
de contração de doenças em caso de cortes por esses materiais é altíssima. Na
quadra esportiva da 114 Norte, barras de metal sujo e enferrujado estão
expostas em todos os quatro cantos do local. Numa partida de futebol, onde
todos correm para todos os lados e não se pode saber para onde a bola vai,
barras assim significam grandes e perigosos obstáculos para os jogadores.
Aparelhos
de musculação também tendem a se desgastar com o tempo. Além de enferrujados e
velhos, ficam tortos e propensos para ferir os usuários.
Na
quadra 404 Norte, ao lado da quadra de vôlei escondida pela grama, fica um
parquinho infantil cercado por essas estruturas perigosas. Quando um alambrando
se despende de alguma das vértices do cercamento e cai, o normal é que os pontos
de fixação dessa estrutura continuem firmes e expostos, por serem pequenos
pedaços de metal que costumam estar colados ao resto da grade. Brinquedos
caindo aos pedaços, com correntes fracas e desgastadas também podem machucar. O
espaço para as crianças brincarem se transforma então num campo minado.
Reforma agrada moradores
- Um bom exemplo de
espaço público destinado à prática de esportes está na quadra 406 Norte. As
traves para os gols estão inteiras e ainda contam com redes brancas de metal.
As duas tabelas e cestas também continuam montadas, pintadas, e perfeitas para
o uso. Ao lado de um parquinho que também foi reformado recentemente, a quadra
possui iluminação durante a noite e atrai todos os moradores da superquadra,
crianças, adolescente e adultos.
Maria
Beatriz Koth reúne todas as crianças do prédio onde mora quando vai descer para
brincar com o neto. Ela conta que os dois espaços de diversão foram reformados
em 2012, mas não sabe dizer quem foi o responsável pela restauração. “Tanto no
parquinho quanto na quadra, as crianças da superquadra passam a tarde aqui”
comenta a moradora, que aproveita os benefícios de um espaço seguro para
brincar com o neto.
Apesar
disso, o alambrando que cerca a nova quadra, recém pintado e ainda em boas
condições, já está quebrado em alguns pontos, deixando a tela metálica solta.
Na
quadra 205 Sul a situação também é muito boa. De acordo com moradores, a quadra
foi construída a pouco mais de um ano e é utilizada por vários moradores. Comparada
com outras áreas, a dificuldade de jogar basquete é o de menos. Difícil mesmo
seria jogar qualquer esporte nas quadras que não recebem nenhum investimento e
manutenção da administração responsável.
Luísa Leite e Camila Schreiber- Jornal Esquina On-line
Espaço é o que não falta para praticar esportes no Cruzeiro.
No entanto, na avaliação da própria Administração, todas as instalações
precisam ser reformadas ou revitalizadas para que a população seja atendida
plenamente. A reportagem do Esquina Online conferiu de perto a situação das
quadras poliesportivas da região, e também como está o uso do Complexo
Esportivo do Cruzeiro.
Números
Espaços Esportivos Públicos
Qtd.
Cruzeiro Novo
Quadras poliesportivas
3
Campo de areia
1
Cruzeiro Velho
Quadras poliesportivas
6
Campo de areia
1
Quadra de basquete
1
Complexo Esportivo
Campo de futebol
1
Ginásio
Quadra poliesportiva
Campo de areia
1
1
1
O Cruzeiro Velho dispõe de três quadras poliesportivas e um
campo de areia. No Cruzeiro Novo existem seis quadras poliesportivas, uma de
basquete, um campo de areia e o Complexo Esportivo do Cruzeiro – que envolve
uma quadra, um campo society, um campo de futebol e um ginásio.
O gerente Jonas Figueiredo de Lima – responsável pela seção
de Esportes e Lazer da Administração Regional do Cruzeiro – afirmou que a maior
parte dessas áreas está em condições de uso, mas todas necessitam de
revitalização. “Pequenas reformas, substituição dos alambrados, traves, uma
nova pintura”, explicou o gerente.
A melhor e a pior
Para a Diretora de Serviços do Cruzeiro, Darli Máximo, a
quadra poliesportiva da SRES 12 é a única em bom estado. “Ela é menos usada,
por isso se mantém conservada”, disse a diretora. Na avaliação dela, as quadras
que apresentam as piores condições são as da SRES 10 e o conjunto da 1205.
“Estão detonadas”, reconheceu.
Darli Máximo disse que já foram abertos processos de
licitação para revitalizar todas as quadras do Cruzeiro.“As obras já começaram na 10. O orçamento da
Administração é limitado, mas pequenas reformas podem ser feitas, uma a uma,
porque o processo (administrativo) é mais fácil”, explicou a diretora de
serviços. Já a ampla reestruturação do Complexo Esportivo, por exemplo, ela alegou
que envolve procedimento mais burocrático.
Situado na parte central
da RA XI, o Complexo Esportivo do Cruzeiro tem uma área equivalente a 3 campos
de futebol, mas a estrutura das instalações estão precárias. “O ginásio coberto
foi interditado pelo corpo de bombeiros para eventos de médio e grande porte”,
disse o gerente de esportes, Jonas de Lima. “O campo society e a quadra
poliesportiva precisam de reformas. O campo de futebol está em boas condições,
mas as instalações físicas (vestiário, arquibancada) não”, completou a
descrição do cenário, Darli Máximo.
No estádio do Cruzeiro, obras inacabadas oferecem risco
A diretora de serviços explicou que por se tratar de uma
obra de grande porte, com gastos previstos de no mínimo R$ 3 milhões, a reforma
do complexo ultrapassa o orçamento da Administração Regional. “Envolve a
Secretaria de Obras do GDF, ou mesmo a Secretaria de Esportes. Daí o processo é
mais vagaroso, os trâmites são maiores, tem que passar pelo Tribunal de Contas
do DF”, argumentou a diretora. Darli Máximo assegurou que o processo já foi
iniciado, e que a reforma está na fase de elaboração de projetos técnicos (de
engenharia, arquitetura, parte elétrica).
População em
atividade
O estudante Lucas Liberalino, de 18 anos, não se importa com
o estado precário das quadras. No tempo livre, gosta de jogar futebol com os
amigos. “A situação é essa. Dá pra ver que falta tela de proteção em alguns
lugares; rede dos gols, pintura... Mas a gente gosta de vir aqui, bater uma
bolinha”, disse o estudante, já com os pés na quadra poliesportiva do complexo.
Peladeiros aproveitam quadra em pleno sol de meio-dia
Na avaliação de Lucas, a melhor quadra é a da “Quina”,
localizada na SHCES 1409. O Esquina Online visitou o local, que fica próximo à
avenida das jaqueiras. Em plena quarta-feira útil, sob o sol de meio-dia,
peladeiros da região aproveitavam o tempo livre do horário de almoço para
jogar. “É a hora que dá pra reunir todo mundo. Aqui é bom”, elogiou um dos
jogadores, entrando em campo sem querer perder tempo com a entrevista.
Elogios também para os equipamentos de ginástica espalhados
pelo Cruzeiro. O militar Manoel Pedroso aprova as novas instalações, que
considera importante para a população. “É bom pra fazer exercício físico,
melhorar a saúde”, comentou. “Eu venho umas quatro, cinco vezes por semana”,
afirmou Pedroso, enquanto se exercitava no Ponto de Encontro Comunitário – uma
praça com diversos aparelhos, ao lado da avenida das mangueiras.
Críticas
Era dia de jogo no Ninho do Carcará – como é conhecida a
parte do campo de futebol e arquibancada do Complexo Esportivo do Cruzeiro. O
time da casa perdeu de 1 a 0 para o Ceilândia, em partida válida pela rodada
inicial do Campeonato Candango de Futebol Júnior. Após o apito final, o
presidente do Cruzeiro Futebol Clube, senhor Ivanir Alves, falou um pouco com o
Esquina Online. Ele fez severas críticas ao governo, a quem culpa pelo descaso
tanto com as instalações quanto pelo futuro dos jovens.
Na quadra de basquete da 1205 é impossível fazer cesta
“Pra fazer aquele estádio gigante [Mané Garrincha] tem
dinheiro. Pra melhorar as condições aqui, onde nós recuperamos até jovens
envolvidos com crime, não tem!”, reclamou Nyto – como é conhecido o presidente
do clube. Em seguida, o senhor Jacy Fonseca, diretor de futebol, explicou como
o campo é utilizado pelo Cruzeiro F.C. “Nós pagamos DAR [Documento de Arrecadação
Avulso do GDF] de R$ 300,00 por semana, para utilizar o campo quatro vezes. Mas
o gramado é a gente que cuida, corta, põe remédio. A pintura é o clube quem
faz”, alegou o diretor.
As precárias instalações do estádio eram perceptíveis. A
arquibancada não tem cobertura e a pintura já está desgastada. Há um trecho
inacabado, com resquícios de obras – entulhos e estruturas de metal – que oferecem
risco à população. O banheiro público do local é inacessível. Ainda assim, e
debaixo de chuva, o público compareceu em bom número para assistir aos futuros
craques de Brasília.
Todas as manhãs, um grupo formado por jovens e idosos se reúnem no
estacionamento 12 do parque para praticar o Lian Gong, conhecida também como
ginástica chinesa. Oferecida desde 2005 em Brasília, a
modalidade chinesa atende cerca de 50 pessoas por dia, sendo auxiliadas por
profissionais voluntários. Tudo de graça. “Não existe idade estabelecida, nem o máximo nem o
mínimo, apenas que cada um respeite os limites do corpo sem exagerar”, lembra o
professor Elcio Muniz. Os brasilienses podem se exercitar gratuitamente de
segunda a sexta-feira, a partir das 7h30. Mas aos sábados e domingos, o horário
é diferenciado, com início às 8h e 9h, respectivamente, com duração de 45
minutos.
De acordo com o professor, a ginástica
chinesa é composta por uma sequência de 18 exercícios a fim de diminuir os
casos de dores musculares e articulares, além de proporcionar mais
flexibilidade e tranquilidade aos praticantes. “As atividades englobam exercícios
terapêuticos e preventivos, como o tui-na, manobras de massagem, métodos de
respiração e movimentos de artes marciais tradicionais”, explica. No início, o
objetivo de Elcio era apenas se tornar mais um voluntário na modalidade, mas
hoje tem como propósito casar harmoniosamente a saúde com o lazer, fazendo com
que as pessoas se sintam cada vez mais atraídas pelo bem estar.
Acordar pela manhã, sempre foi uma
luta para nutricionista Carla Simões, 36, ainda mais para levar os dois filhos
à escola. Com uma rotina bastante cansativa e corrida, Carla sempre sentiu
falta de fazer algum exercício físico que a fizesse relaxar e entrar em contato
com a natureza. Pensado nisso, a nutricionista resolveu investir na sua “paz
interior”. Atualmente deixa os filhos na escola e segue para o parque da cidade
para praticar a ginástica chinesa. “Como uma mera principiante, a ginástica
chinesa pode me proporcionar um momento comigo mesmo, sem me preocupar com o
exterior. Me desliguei da rotina caótica, das preocupações e principalmente do
trabalho, o que não costumo fazer comfrequência”,
relata. Por Karina Jordão - Jornal Esquina On-line
Complementando
a medicina
Na década de 60, o terapeuta Zhuang Yuan Ming,
médico e ortopedista da medicina chinesa, desenvolveu na China a ginástica Lian
Gong em 18 terapias, a fim de diminuir os casos de dores musculares e
articulares de seus pacientes. Acredita-se que isso ocorreu devido à mudança na
situação econômica da China, que deixava de ser uma sociedade agrícola para ser
uma sociedade industrial, tendo como consequência a mudança na postura corporal.
Baseado no Tui-na e na tradição dos trabalhos corporais chineses, o Dr. Zhuang
sintetizou, em um primeiro momento, um conjunto de 18 exercícios que atuassem
desde a coluna cervical até os dedos dos pés. Logo em seguida, desenvolveu mais
duas sequências de 18 movimentos cada, ampliando assim as possibilidades terapêuticas
dessa prática, com exercícios para as articulações, tendões, e para o fortalecimento
do coração e pulmão.
Ponto de encontro de
crianças e adolescentes, o skatepark (pista de skate) do Gama foi projetado
pelo estudante Maurício Magalhães e inaugurado em maio de 2011, com um
campeonato da modalidade por uma associação de esportistas local. Além disso,
passou a ser palco de diversos eventos na cidade. A iniciativa pretendeu dar
novos ares para a comunidade e afastar a possibilidade de envolvimento com
drogas.
O estudante Fabrício
Souza Dias, de 16 anos, é um dos frequentadores da pista que mora em outra
cidade, no Valparaíso (GO). Há nove meses, ele fica hospedado na casa de um
amigo que mora no Gama, todos os fins de semana, somente para poder praticar o
esporte. “Quando eu chego, já olho os outros e vou tentando fazer as manobras;
já caí muito, né?”, comentou. Confira uma manobra do rapaz.
Muitas crianças e
adolescentes que costumam ir ao local sonham em profissionalizar-se e têm
inspirações do skate. Fabrício Dias disse que já participou de um campeonato na
Santa Maria, mas que, na ocasião, não conseguiu ser classificado porque ainda
não sabia fazer muitas manobras. Ele pretende seguir a carreira. “Eu me inspiro
num skatista brasileiro, Luan de Oliveira. Ele é muito bom”, comentou.
Skatepark do Gama. Foto de Noa Abe.
Gabriel Rodrigues, de
14 anos, que anda de skate há dois anos e meio, disse que aprendeu a prática do
esporte “com a vida”. E continuou: “Tive o incentivo dos meus amigos. Mas, quem
teve a força de vontade em aprender fui eu”. Paulo Vítor Mendonça, de 11 anos,
não hesitou em falar que aprendeu a andar de skate com o amigo Gabriel
Rodrigues.
Gabriel e Paulo Vítor
Para
eles, todo dia é dia de andar de skate. Eles contaram que chegam a ficar
durante seis horas na pista durante a tarde e que nem notam o tempo passar. “Às
vezes, o skate atrapalha os estudos, principalmente quando tem muito dever de
casa e a gente fica com vontade de andar”, comentou Paulo Vítor.
O skatepark costuma lotar,
principalmente aos fins de semana e, para os moradores, é uma ótima opção de
lazer. Ao lado da pista, há equipamentos de ginástica para quem gosta de se
exercitar ao ar livre.
São as aulas de
jiu-jitsu, que acontecem em frente ao Restaurante Comunitário da Estrutural,
que há cinco anos, mudam a vida dos jovens que moram na cidade. Sem ajuda do
governo, os meninos treinam três vezes por semana no estacionamento do
restaurante somente com a iluminação pública. Faça chuva, ou faça sol, o treino
é pesado e todos comparecem com frequência. Na cidade que possui altos índices
de criminalidade, os jovens encontram uma nova oportunidade para iniciar uma
nova vida.
Marco Aurélio, mais
conhecido como Júnior, tem apenas 17 anos e já tem histórias para contar. A
vida nunca foi fácil, mas foi o esporte que o resgatou e o tirou do mundo do
vício. Foi há mais de dois anos que Júnior resolveu mudar completamente de vida
e se dedicar ao esporte. Quando era mais novo, não queria saber de nada, até
largou os estudos por um tempo. Sem estudar, entrou no mundo das drogas. Depois
de viver na rua e passar por experiências que prefere não lembrar, Júnior
entrou para o jiu-jitsu. Desde o começo sabia que o mestre não permitia bebidas
ou drogas, mas que estava ali para tirá-lo desse mundo. “A gente tem que ter
uma vida saudável no esporte. O mestre pega no nosso pé o tempo todo”, conta
Júnior.
Hoje, ele cursa o 2º
ano do ensino médio e pretende se formar. Por incentivo do professor, já fez
cursos de inglês, informática e de web design. No jiu-jitsu, Júnior é faixa
azul e já foi campeão brasileiro e mundial.
Outro jovem sonhador é
Breno José, de 20 anos. “O jiu-jitsu deu novas metas para a minha vida”,
afirma. Antes de começar a treinar, Breno estudava, mas não se interessava por
nada. Gostava de jogar videogame e só dormia nas horas vagas. Foi à curiosidade
que o trouxe pro jiu-jitsu. O esporte é levado a sério e já virou uma rotina na
vida de Breno, ele já se considera um viciado em esporte.
Breno acredita que o
lugar do treino deveria ser bem melhor, mas para ele, que já passou por
situações piores, já é uma vitória conseguir um lugar para treinar. “Já
treinamos em um lugar 3 x 3, sem janela e ventilação alguma”, conta.
Alunos participam das aulas em frente ao restaurante comunitário
Respeito e admiração. É
assim que os meninos veem o professor de jiu-jitsu, Meiji Ito, o “mestre” para
eles. Quando Meiji chega para dar aula, todos já estão enfileirados para
cumprimentar o mestre.
O professor que iniciou
todo o projeto na cidade é Maike Ferreira. Há cinco anos luta para que os
meninos tenham um lugar para treinar. E ele conta com a ajuda do Meiji para
garantir o sonho dos 30 alunos que procuram no esporte, uma nova chance para a
vida.
Meiji tem 41 anos e
conheceu o jiu-jitsu em 2000. É professor de matemática da Secretaria de
Educação do DF, e nunca conseguiu um apoio ou lugar para treinar com os
alunos.O preconceito e a discriminação
fizeram com que ele perdesse os espaços que utilizava para dar aulas. “Quando
descobriam que meus alunos eram da Estrutural, não aceitavam e pediam para que
eu treinasse em outro lugar”, lembra o professor.
“O que me define?
Exemplo. Quero ser um exemplo pra eles em tudo. Meu objetivo é mostrar pra eles
que não tem que ser vencedor só nos tatames, mas na vida”, afirma Meiji. No começo,
o jiu-jitsu era um hobby, mas com os projetos sociais, passou a ser um objetivo
de vida.
Meiji tem orgulho de
dar aulas sem cobrar nada. Ele destaca que ainda falta muita técnica dos
meninos, mas a dedicação e o esforço deles deixa o professor cada vez mais
orgulhoso. “Eles não aceitam perder, o espírito guerreiro dos meninos vem de
berço”, comenta. Lição do dia: “Para ser
um campeão, é preciso ter força, preparo físico, raça e técnica. Eles serão
campeões e eu estou aqui para garantir isso”, finaliza Meiji. E os meninos continuam
sem espaço e sem apoio para conquistarem os seus sonhos. O jeito é continuar a
lutar.
O recadastramento biométrico dos eleitores dos DF continua lento. Até maio apenas 5% dos mais de 1.863.129 eleitores registrados do DF haviam procurado um dos 15 cartórios ou postos de atendimento para renovar o cadastro. Com isso, a Justiça Eleitoral colocou em prática um Plano B, reforçando as equipes, já pensando no aumento da procura nos postos, daqueles eleitores que deixarem pra última hora.
A introdução da identificação por biometria, tecnologia que identifica o individuo por impressões digitais, começou a ser implantada no sistema eleitoral a partir de 2008, de forma gradativa e deve estar concluída até 2018, segundo a Justiça Eleitoral. A urna biométrica diminui o risco de fraudes no processo eleitoral. O recadastramento no DF continua até o dia 31 de março de 2014.
Saiba mais : O plano da Justiça Eleitoral para cumprir as metas do recadastramento:
Marco regulatório: a implantação da biometria em todo o Brasil.
Muitos atraídos não só pelos filmes exibidos, como também pelos shows, que ano passado, além de atrações goianas, trouxe a big band Orquestra Imperial (RJ), Caetano Veloso e Nado Reis. A programação ainda abrange mesas redondas, cursos, exposições, oficinas, palestras e muitos shows.
Entre elas estava Daniela Léda, 24 anos, que frequenta o festival desde 2010, mas vai apenas aos shows ao contrário do que acontece com Bruna Viana, 25 anos, que foi pela primeira vez em 2008 e só deixou de ir ano passado porque não estava no Brasil. E foi em Goiás Velho que ela teve uma experiência emocionante.
“Em 2009 tive a oportunidade de conhecer o Yamandú Costa, que sempre admirei bastante. Ele ficou bebendo conosco e foi até a casa onde estávamos (os amigos). Este é clima do festival. Palestrantes e todo mundo se mistura”, conta Bruna.
Uma das novidades deste ano é que o festival irá sediar o encontro anual do GreenfilmNetwork, grupo que reúne festivais de cinema ambiental de todo o mundo. Os encontros, como explica o superintendente executivo da Secretaria de Cultura de Goiás, Délcio Coutinho, são uma troca de experiências.
Sobre os shows, ainda nada foi confirmado e as inscrições para as bandas acabaram no último dia 2 (domingo). Serão escolhidas 20 para as apresentações durante os sete dias de festival.
Entre os filmes escolhidos para esta edição, destaca-se o longa de Kléber Mendonça, “O Som ao Redor”, que já passou pelos cinemas nacionais, que ganhou os prêmios de Melhor Filme e Melhor Roteiro no respeitado Festival do Rio. Segundo Coutinho, foram inscritos cerca de 500 películas este ano.
Veja a lista completa de filmes aqui.
O FICA foi idealizado em 1999 por Luiz Felipe Gabriel, Jaime Sautchuk, Adnair França e Luís Gonzaga, sob a coordenação geral do cineasta João Batista de Andrade. Hoje, ele é comandado pelo Secretário Estadual de Cultura, Gilvane Felipe, e recebe consultorias de Lisandro Nogueira (professor da Universidade Federal de Goiás) e do jornalista Washington Novaes; e tem patrocínio da Secretaria de Cultura do Estado, que todo ano reserva cerca de R$ 4 milhões para os investimentos.
Fotos do festival de cinema:
slideshow | Viewer Confira outros festivais de cinema ambiental pelo Brasil
Criado em 2009, o Blog Esquina é um veículo laboratório do curso de Jornalismo do UniCEUB. O Blog é uma produção de alunos da disciplina Jornalismo Online do 6º semestre e supervisionado pelo professor da disciplina. Os conteúdos seguem licença criativa.