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Mundo Animal: "Procura-se uma namorada para George!". A história do buldogue solitário chega a redes sociais


A dificuldade na procura de um cachorro da mesma raça para reprodução leva donos a usarem redes sociais como ferramentas de busca





Por Felipe Rodrigues

Ele tem nove anos, já morou no Canadá e está há um bom tempo procurando uma namorada. Se não fosse pela idade muitos estariam imaginando um pessoa, mas essa é a realidade de George, um buldogue francês.
A história do pequeno cão chama ainda mais atenção quando a procura por uma fêmea para reprodução foi parar no Facebook e sua dona, a psicóloga Laura de Albuquerque de 25 anos conta o porque escolheu usar a rede social. “Existem poucos cães da raça dele na cidade, então decidi apelar. Coloquei uma foto dele e marquei todas as pessoas que eu conhecia de Brasília, porque aí corria risco de alguém conhecer outra pessoa que possuísse uma cachorra da mesma raça”, relata Laura que depois colocou um anúncio em um grupo só com donos de cães da mesma raça, onde outros integrantes também estão anunciando os machos.
As respostas não foram do jeito que a psicóloga esperava: “Existem muitas cachorras castradas”, diz. Mas uma candidata acabou aparecendo, o problema era a distância, a pessoa interessada no cruzamento entre os dois cachorros morava no Rio de Janeiro.
Não é a primeira vez que Laura faz algo do tipo, quando morava no Canadá ela colocou um anúncio em um jornal local, onde existia nos classificados uma área especial para animais. Porém a única proposta recebida foi não agradou a dona de George, já que a fêmea tinha apenas quatro meses de vida.




A procura de Laura e George por uma fêmea não para e a dona vê uma certa urgência, já que seu cachorro já está chegando em uma idade avançada e futuramente terá que passar por uma castração. Enquanto isso ela continua usando a rede social como sua maior ferramenta de busca. 

Mundo Animal: Clínicas veterinárias inovam em tratamentos e tecnologias


Por Ana Carolina Machado


 As clínicas veterinárias são conhecidas por cuidar do animal, oferecendo vacinas, banho e tosa e exames em geral. Mas hoje, muitas delas já não são como a maioria das pessoas costumava conhecer. A cada dia elas vêm ganhando mais espaço no mercado e um dos responsáveis por esse fenômeno são as novas tecnologias que disponibilizam recursos de materiais para se ter uma melhor precisão do tratamento do animal.
Clínica Veterinária
Com diversos aparelhos, muitas clínicas veterinárias parecem mais centros de saúde para humanos, oferecendo serviços de raio x, tratamentos odontológicos, internação, ultrassonografia para diagnosticar gestação, dores abdominais ou câncer e cardiologista. Para aumentar a clientela, existem clínicas que buscar proporcionar serviços diferenciados. Alexandra Greuél, proprietária de uma clínica veterinária, comenta que a proposta é um pouco diferenciada das outras que se encontra pela cidade. "Aqui não faz vacina, não tem clínico geral. Eu trabalho com oncologia, tem um cardiologista, um oftalmologista, endocrinologista e assim por diante, todas as especialidades".  Ilce barreto, veterinária de outra clínica, é adepta da fluidoterapia, tratamento utilizado com animais debilitados, nele o animal ganha reposição de alimentos e nutrientes através de soros por aplicação subcutânea.

" Fluidoterapia é aquele tratamento em que o animal já está muito mal, não come mais, precisa ir para o fluido. Ele é medicado e quando ele já parou de vomitar e está em estado bom, já consegue segurar os remédios, ele faz o tratamento em casa".
Com diversas formas de tratamentos e cuidados os preços para cuidar do animal também tende a variar. Podem ir de uma simples vacina por cinquenta reais, até uma cirurgia por quatro mil reais. Para quem quer cuidar do seu bichinho de estimação, tem que se ter em mente que é preciso botar a mão no bolso. 


Veja abaixo um trecho da entrevista com Alexandra Greuél


Mundo Animal: Trabalho de adestrador vai além do "sente" e "deite"


Por Natasha Flor

Quem tem um cãozinho sonha em ensinar boas maneiras a ele.  Carla Beatriz tentou de todas as maneiras em casa educar pelo menos os princípios básicos, como: "sente", "deite" e "fique". Sem nenhum êxito, procurou um profissional. Na maioria das vezes a consulta é feita na própria residência e dura cerca de 90 minutos. O trabalho do adestrador é muito mais do que isso. O profissional avalia o comportamento do animal e cria uma estratégia para a solução de problemas.

Depois de quatro meses o cão já obedecia a esses comandos principais. Para o adestrador Junior Ferreira, o adestramento vai de um simples "senta" e "deita", passando por guiar um cego, até detectar tumores de câncer de pele que exames laboratoriais não conseguem detectar e trabalho de antienvenenamento. Tudo depende do que o dono deseja.

Segundo ele, existem raças mais fáceis e as mais difíceis, que demanda mais tempo. “O border colie, o pastor, o labrador são mais fáceis. Outras como: bulldog, bull terrier, são mais difíceis”, diz Junior. O adestramento básico, por exemplo, leva em média três meses, ou seja, trinta aulas, treinando em casa. Já feito em um centro de treinamento é cobrado às despesas. Na maioria das vezes, as pessoas que procuram os centros de treinamento não querem apenas os comandos básicos.

Julia Bastos, adestradora há mais de quatro anos, usa diversas técnicas. “Cada cachorro é uma método, não existe raça fácil, muito menos difícil”. Julia fez cursos com três profissionais e conheceu distintas técnicas. Cada cão é um cão, diferentes raças, idades, históricos, personalidades e ainda diferentes problemas a serem resolvidos no treinamento, antes de tudo o adestrador deve conhecer a vida do cachorro e o que o dono tem como finalidade. Ela diz que a vida de adestradora não é fácil. Mesmo com os braços e as mãos cheias de cicatrizes feitas pelos cachorros, ela não esconde o amor pela profissão e a realização de um sonho.

 Marcela Santos adestrou seu cão guia com Julia há dois anos. “Na época paguei dois mil e quinhentos reais, o que vai me acompanhar pelo resto da minha vida”, diz Marcela. O treinamento durou quase um ano e todos os dias Marcela lembra de Julia. Marcela tinha pressa, precisava de um adestramento rápido. Antes de Julia, ela procurou outros dois adestradores, que afirmaram a ela que em menos de um ano não tinha possibilidade do cão guia sair de lá preparado. “Julia mostrou totalmente o contrário”, disse.  

Mundo Animal: Hospitais veterinários são opções para tratamentos complexos


Por Ana Paula Fornari

 Para quem possui animal de estimação, outra opção além das clínicas veterinárias seria levá-los em hospitais veterinários. Os estabelecimentos estão equipados tanto para emergências quanto para aplicações de vacinas e tratamentos rotineiros, possuindo muitas vezes também serviços como hospedagem e plano de saúde.
“A gente tenta trazer um serviço de qualidade como se fosse para humanos mesmo.”, afirma o veterinário José Ricardo.


Mesa cirurgica 
O atendimento dos hospitais é variado, com animais que necessitam desde uma simples vacina até uma cirurgia. “Como aqui é hospital, normalmente as emergências são direcionadas todas pra cá, então a gente pega muito caso de animalzinho atropelado, que caiu do apartamento, briga, e tem também as consultas de rotina que são pessoas que já são clientes do hospital há muito tempo”,  diz a veterinária Valéria Cristina Cunha Novo.
Em termos de custros, Valéria diz que os hospitais atendem pelos mesmos valores que as clínicas. “A maioria dos hospitais já está aqui há mais de 20 anos, então têm uma credibilidade maior”, diz ela. O fato de muitas vezes as clínicas não poderem realizar um bom serviço em um momento de desespero também ajuda nesse quesito. “Uma vez que os animais vêm numa emergência e são bem atendidos, eles costumam virar clientes fixos”, comenta.
Alguns hospitais possuem o serviço de hospedagem
Uma alternativa para aqueles que não podem pagar os tratamentos de alto custo é o Hospital Veterinário da UnB, HVet, onde são atendidos animais de pequeno porte e é cobrado somente o valor do material utilizado. Podem ser feitos até atendimentos gratuitos, dependendo da condição do animal e da situação financeira de seu dono.




Veja abaixo a entrevista completa com Valéria Cristina Cunha Novo: 







Mundo Animal: Tratamento estético de cachorros inclui roupas, acessórios e cosméticos


          Por Victória Melo 

Melca e seu cachorroTutty depois de uma dia de beleza

               Cada vez mais, os cães têm recebido tratamento de beleza para manter os pelos bonitos e brilhantes. Acessórios como gravatas, laços e roupas também ajudam a compor o visual. Segundo a tosadora canina Antônia Naves, cuidar da pelagem do animal é fundamental. “Com o tratamento,o pelo fica mais solto, bonito e livre de nós”, afirma.

                    Foi por conta do pelo embaraçado que a secretária parlamentar Melca Bandeira decidiu fazer o tratamento de beleza de um ano. “Eu achei que seria impossível tirar todos os nós.Tutty nunca me deixou penteá-lo. A primeira vez que ele chegou do pet shop depois de fazer a hidratação, eu não acreditei que tinha ficado livre daqueles bolos de nó, sem precisar tosar”, disse
                   Por isso, a secretária hidrata a pelagem do seu cachorro duas vezes por mês. ”Além de tirar os nós, no dia em que ele faz a hidratação, volta para casa com pelo macio e mais bonito. A diferença é extraordinária”, diz Melca.
                    Porém, os preços não são tão amigos quanto os cães. Em Brasília, o valor de uma hidratação para cachorro varia entre R$30 e R$70, fora o valor do banho, que custa em média, R$20.
Novidade
                   No mercado há várias opções de hidratação para pelagem de cães. Agora, diversas marcas de cosméticos oferecem produtos de beleza para animais. “Dessa forma, dona e pet podem usar xampus, condicionadores e outros tratamentos da mesma marca”, afirma Jane,  vendedora do Pet shop.
                   Apesar de divertidos, os tratamentos para pets merecem atenção. É importante buscar informações sobre a procedência dos produtos e não exagerar na dose.

Veja cachorrinho na etapa final do banho:





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Mundo Animal: Fauna brasiliense tem 131 espécies ameaçadas de extinção


Cerrado de Brasília ocupa segundo lugar no ranking de cidades do Brasil como maior número de animais em extinção

                                        Retirado do Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção

Por Jamile Rodrigues e Thaís Ribeiro


Segundo um estudo divulgado em 2011, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o Cerrado Brasiliense está na lista de biomas brasileiros com a maior quantidade de animais ameaçados de extinção. No Brasil existem cerca de 627 espécies no grupo de risco; 131 dessas, podem ser encontradas no Distrito Federal.

De acordo com o Art. 3, da Lista Oficial das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção, divulgada em 28 de maio de 2003, atribuída ao Ministério do Meio Ambiente, ‘‘entende-se por espécies ameaçadas de extinção: aquelas com alto risco de desaparecimento na natureza em futuro’’.

O Parque Nacional de Brasília abriga espécies ameaçadas como lobo-guará, tatu canastra, veado campeiro, e tamanduá-bandeira. Além desses, existe o peixe pirá-brasília, que vive somente nas águas do DF. A quase extinção do peixe está ligada ao crescimento urbano desordenado da capital do país. Com o passar dos anos, os rios e lagoas perdem seus espaços para as áreas habitadas pelas pessoas, o que impossibilita o ciclo de vida do animal.

Para a professora de biologia, Raquel Lara de Azevedo, o risco da perda de diversos animais acontece por descuido do próprio homem. ‘‘Devido as péssimas ações gradativas do ser humano, como caça, desmatamento, aumento de poluição na natureza, muitos animais perdem seu bioma natural e não conseguem sobreviver sem ele’’, afirmou a professora.  

Há dois anos, apenas 2% das espécies em extinção eram amparadas. Até 2014, o Ministério do Meio Ambiente espera que 100% dessas espécies estejam protegidas. Para isso, o Instituto Chico Mendes (ICMbio) criou o plano de ação nacional para evitar que novas espécies entrem no quadro de risco de  extinção. Segundo o antigo presidente do Instituto, Rômullo Melo, a forma como a biodiversidade está é causa dos feitos do ser humano. ‘‘Nós estamos começando a desfazer os erros que cometemos e levamos algumas espécies a condição de ameaçadas’’.  


 Pirá-brasília

           Como o próprio nome já diz, o pirá-brasília é um peixe típico do Planalto Central e que surge uma vez por ano, no período das chuvas. Foi descoberto durante a construção da capital em um afluente do Lago Paranoá e costuma viver em lagoas rasas, que quando somem com a chegada da seca, causam a morte do animal.

          A característica mais marcante desse peixinho é a sua forma de reprodução. Antes de a estiagem chegar, ele deposita seus ovos no solo da lagoa, fazendo com que eles passem por um processo chamado diapausa, que ocorre durante todo o período da seca. Quando as primeiras chuvas começam a cair, os ovos eclodem e o pirá-brasília já está pronto para mais um ano. O risco de extinção do pirá está enraizado no crescimento urbano do Distrito Federal.
         

         As matas e os rios que formam o habitat natural do peixe, como as veredas de buritis, estão sendo poluídas e desmatadas para dar lugar às áreas urbanas. Impedindo as lagoas de voltarem a se formar na época das cheias e limitando o ciclo de vida do animal, que pode desaparecer se seus ovos não eclodirem.

Mundo Animal: Voluntária resgata 27 cachorros maltratados e cria em casa

A diretora administrativa da ONG ProAnima,Valéria Sokal, dedica a vida e o tempo para cuidar de animais abandonados

''Todos eles são meus protegidos'' Afirma Valéria

Por Jéssica Nascimento
Fotos: Roberval Eduão



        Se criar um animal de estimação exige tempo e cuidado, a diretora administrativa da Associação Protetora dos Animais do Distrito Federal (Proanima), Valéria Sokal, 55 anos, tem 27 vezes mais trabalho.  Gaúcha, a moradora do Lago Norte é apaixonada por cachorros e levanta a bandeira contra os maus tratos em animais.
      Dedicada, a diretora sabe de cór os nomes dos 27 cachorros que cria. Elis Regina, Belinha e Tati são um dos nomes escolhidos. Casada, Valéria contou que a “culpa” da paixão pelos animais é do marido. “Ele que começou trazendo os cachorros abandonados aqui pra casa. Agora é difícil segurar. Dá vontade de pegar todos”, disse.
Valéria não é mãe por opção e revelou sofrer críticas pela escolha de criar tantos animais. “Já ouvi vizinhos e amigos comentando: Por que ela não cuida de crianças? Sempre respondo: O dinheiro é meu e eu faço o que eu quero com ele”, desabafou.
O que te motivou a criar tantos animais? Todos os cachorros que a senhora cria foram pegos na rua?
Foi o meu grande amor pelos animais. Todos os meus protegidos (cachorros) foram abandonados e mal tratados. Alguns são cegos, outros foram atropelados, uns não foram vacinados pelos antigos donos e pegaram doenças que os deixaram paraplégicos e tetraplégicos. É impressionante a falta de conscientização e responsabilidade das pessoas.
A senhora cria os cachorros há quanto tempo? Todas as despesas saem do próprio bolso?
Desde 1999. Parei há três anos de pegar os cachorrinhos na rua. Todas as despesas saem do meu bolso. Às vezes recebo algumas doações de medicamentos ,mas as despesas em geral, sou eu que pago.
Tem algum cachorro preferido?
Todos são. Cada um tem uma personalidade diferente. Alguns precisam de mais atenção porque são doentinhos. Esse é o caso da Belinha que é paraplégica, e da Tati que é tetraplégica. Por isso, elas acabam ganhando mais atenção.
Em 2012, segundo a Secretaria de Segurança Pública, foram registrados 49 casos de maus tratos contra animais no DF. No ano passado, ocorreram 19. A senhora acha que aconteceram somente 49 casos?
Com certeza aconteceu muito mais.  49 foram denunciados, mas diariamente existem casos de agressões aos bichinhos.  A sociedade tem que denunciar, pois à medida que as pessoas vão sendo punidas, outros casos vão sendo inibidos. Os agressores vão pensar duas vezes em maltratar os animais.
A senhora já denunciou algum caso de maus tratos?
Sim. Presenciei uma agressão em 2011 e resolvi denunciar. Um filhote de cachorro estava na rua latindo, quando um rapaz chegou e simplesmente chutou o animal.Com a agressão, o filhote acabou quebrando a pata e o agressor teve que pagar todo o tratamento dele.
                                      Confira o Making OFF da entrevista:


Mundo Animal: Cavalo auxilia no tratamento de pessoas especiais


 O dia da equoterapia é dia de festa- João Paulo,6 anos
Por Patrícia Figuerêdo

           A Associação Nacional de Equoterapia, conhecida como ANDE-BRASIL, é uma entidade sem fins lucrativos. Fundada em 1989, tem centros equoterápicos em todo o Brasil. A equipe da reportagem foi até o Centro Básico de Equoterapia General Camacho, que fica localizado na Granja do Torto, em Brasília, para conhecer sobre a terapia que tem como principal instrumento: o cavalo.
A equoterapia é um método terapêutico que utiliza o cavalo nas áreas de saúde, educação e equitação. O fisioterapeuta da ANDE-BRASIL, Carlos Franck da Rocha afirmou que a terapia é indicada para pessoas que são portadoras de alguma deficiência ou necessidade especial. “A equoterapia não é uma indicação curativa, mas pode retardar a evolução de um quadro de saúde, dando qualidade de sobrevida para a pessoa”, explicou.
 “É necessária uma avaliação do médico, do fisioterapeuta e do psicólogo antes de iniciar a equoterapia”, enfatizou Franck. Segundo a ANDE-BRASIL, a equipe deve contar com no mínimo um instrutor de equitação, um fisioterapeuta e um psicólogo.
Carlos Franck trabalha com a equoterapia há 15 anos e contou que a maioria dos praticantes do centro não consegue se movimentar. “O cavalo vai fazer o que as pernas deles fariam, estimulando assim, o equilíbrio do praticante”, relatou. Carlos explicou que os cavalos são utilizados na equoterapia, pois a movimentação do animal se assemelha ao andar humano.
 “Todo dia é um novo desafio e é isso que os motiva”, destacou Franck. A equoterapia traz resultados positivos tanto na parte física, como na social. Em 10 sessões, as mães já relatam sobre a evolução das crianças.

O milagre dos cavalos

Cláudia Schiavo é mãe de João Paulo, que pratica a equoterapia há 7 meses. O garoto de 6 anos é portador da Síndrome de Asperger - que tem semelhanças com o autismo.  Schiavo contou que a equoterapia trouxe ganhos para o filho. “A prática trouxe algo de bom na autoestima dele, principalmente na parte social. Na escola, os professores já mandam observações sobre a melhora”, afirmou. A mãe relatou que João tinha um comportamento muito agitado. “Hoje ele é um anjo”, disse. 
Cláudia elogiou o trabalho do Centro General Camacho. “Os profissionais aqui são de ponta. Sinto a presença de Deus no amor que eles tem por cada criança”, afirmou. Schiavo contou que não é muito fácil conseguir uma vaga para ser praticante do centro. “Ficamos 1 ano na lista”, destacou.
Antes de João Paulo se tornar praticante do centro de equoterapia, Cláudia assistia às aulas. “Muitas vezes me emocionei. Não sei o que é, mas que no cavalo tem um milagre, tem!”. Cláudia revelou que João Paulo adora as aulas. “O dia de equoterapia é dia de festa”, contou a mãe com um sorriso no rosto.
Confira uma das aulas do Centro Equoterápico: