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Eleições 2014 – Panorama Político

André Bello 
Eduardo Costa 
Quatro nomes despontam como possíveis presidenciáveis para o páreo das eleições presidenciais de 2014: a presidente Dilma Rousseff (PT), o governador Eduardo Campos (PSB-PE), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (sem partido).

Até outubro do ano que vem, os holofotes estarão voltados para esses e outros nomes que brotarem como candidatos à presidência do País. Mas quais são as cartas que eles guardam para a disputa? Quais bandeiras eles têm representado ao longo de suas trajetórias políticas? Quais mudanças são propostas por eles e o que podemos esperar de cada um, se eleito?

Para responder essas perguntas, é necessário conhecer o panorama atual da política no Brasil e trabalhar com o que se conhece do perfil administrativo dos virtuais candidatos à presidência. A fim de visualizar o quadro completo da disputa, a reportagem do blog organizou um infográfico com os fatos mais importantes de que se tem notícia até agora, com informações de bastidores e a contribuição da opinião pública.Confira!



Eleitores do DF serão obrigados a votar com Biometria


Por Heron de Andrade

Foto por Heron Andrade

O sistema eleitoral brasileiro é reconhecido como um dos mais avançados  do mundo. A introdução de recursos tecnológicos, como a urna eletrônica, facilitou a vida dos eleitores e principalmente do processo de apuração, possibilitando resultados mais rápidos e seguros. Para o pleito de 2014 uma nova ferramenta já disponível em alguns estados da federação será adotada no Distrito Federal. Trata-se da biometria, um sistema adicional de identificação individual do eleitor por meio das impressões digitais que torna o sistema ainda mais seguro contra fraudes. Para tanto, o Tribunal Regional Eleitoral – DF  (TRE) convocou   os eleitores para um recadastramento obrigatório, cujo processo se iniciou em  29 de fevereiro desse ano,  e vai até 31 de março de 2014.

Segundo dados divulgados pelo TRE, desde o inicio do recadastramento, até 22 de março, 37.149 eleitores já haviam procurado os cartórios eleitorais para o recadastramento biométrico.  Os postos que mais receberam eleitores foram o de Ceilândia (2.240 ),  o cartório de Taguatinga Norte (2.238), o do Gama: (1.965), e em quarto lugar, o de Sobradinho (1.919). Segundo a Assessoria de Comunicação do TRE - DF, muitas pessoas, por comodidade,  preferem vir ao Plano Piloto  se cadastrar, uma vez que a atualização do registro de  eleitor pode ser feita em qualquer  posto ou cartório eleitoral. 

Esse primeiro balanço do processo de recadastramento representa 1,99 %  dos 1.863.129 eleitores registrados no DF. A continuar nesse ritmo, dificilmente o prazo estabelecido será suficiente. A 14ª Zona Eleitoral abrange a Asa Norte e Vila Planalto, e têm 110 mil eleitores. Segundo o chefe da 14ª Zona, Fábio Carvalho, a procura na Asa Norte tem sido maior. Fábio explica que o atendimento é prioritariamente realizado por agendamento, que pode ser feito pela internet ou por telefone, e que em média tem recebido entre 80 a 90 pessoas diariamente . No dia em que foi feita esta reportagem o  cartório eleitoral da 14ª Zona estava praticamente vazio.  “O TRE está buscando ampliar a capacidade para atender a demanda. O prazo é improrrogável, mas o tribunal está aumentando a capacidade de atendimento”, diz Fábio.
  
A desinformação de parte da população quanto ao recadastramento é outro problema a ser enfrentado pelo TRE. “Não estou sabendo de nada. Não vi ninguém comentar na TV nem em outro lugar”, diz José Carvalho, 22, morador de Ceilândia Norte. Gerson Dalvino, 24 ,estudante de Direito e também morador de Ceilândia afirma não estar sabendo do recadastramento “ Ainda não vi nada a respeito. Propaganda  até agora só de política, mesmo.”  Segundo Fábio Carvalho, o TRE imprimiu  folders para   divulgação,  convocou uma coletiva  e ainda conta com a divulgação na  imprensa . Micael Natalino, 22, técnico em enfermagem é eleitor na 12ª Zona Eleitoral em Ceilândia. Ele ouviu falar sobre o recadastramento na TV, mas não sabe como funciona. “Não agendei ainda. Mas disseram na TV que é rápido. Como não é urgente a gente acaba deixando pra fazer mais pra frente”, diz Micael. Ceilândia é o maior colégio eleitoral do DF.

Saiba mais sobre o recadastramento no DF:
 https://soundcloud.com/joonline2013/pod-cast-heron-16-04-13-ok
 
Idosos são mais conscientes
 Segundo o chefe do cartório da 14ª Zona Eleitoral, os idosos são os que mais estão procurando fazer o recadastramento. “Eles são mais conscientes, ficam preocupados.” É o que confirma o estudante de administração Wellington Santos, 23 morador de Santa Maria e registrado na 4ª Zona Eleitoral. “Só estou sabendo do recadastramento porque meu pai me avisou, mas ainda não agendei porque meu título está suspenso e precisa ser regularizado.” diz o jovem. 

Mutirão
Se os brasilienses deixarem para agendar na última hora, os cartórios eleitorais terão de se adaptar para atender a todos. “Já atendemos no limite da capacidade. Essa demanda exige atenção, é preciso empreender mais esforços, mas o servidor da justiça eleitoral já está acostumado”, diz Fábio Carvalho com a experiência de quem já trabalha no tribunal há 8 anos.  O servidor acrescenta que além do recadastramento, os cartórios eleitorais ainda têm que manter toda a rotina tradicional realizando novos alistamentos e transferência de eleitores. Segundo o servidor, o TER planeja realizar um sistema de mutirão, caso seja necessário.  O site oficial do TER-DF divulgou a informação de que o Governo do Distrito Federal planeja ceder servidores para reforçar os trabalhos do recadastramento. Seriam em torno de 92 servidores e 192 estagiários, além disso, são esperados 95 militares do Exército.  

Segundo Fábio, o cadastro é gratuito, se a documentação estiver em dia, tudo é feito no cartório ou no posto eleitoral em torno de 20 minutos. Todos devem fazer o recadastramento ainda que não seja  obrigado a votar, é o caso das  pessoas com mais de 70 anos de idade, maiores de 16 e menores de 18 anos e analfabetos. Pessoas com dificuldade de locomoção que a impossibilitem de se dirigir a um posto eleitoral deverão solicitar a quitação plena com a justiça eleitoral. “Eleitores que não se cadastrarem terão seus títulos cancelados”, acrescenta Fábio. 

Agendamento: 
Pelo telefone: 3048-4000, das 12 às 18h. 
Pelo site:  www.ter-df.jus.br

Prazo: até 31 de março de 2014.

Documentos necessários:
Carteira de identidade (RG);
Carteira emitida pelos órgãos criados por lei federal, controladores do exercício funcional;
Certidão de nascimento ou casamento;
Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS);
Instrumento público no qual se infira, por direito, ter o eleitor idade mínima de 16 ( dezesseis anos) e do qual constem,também,os demais elementos necessários a sua qualificação;
Certificado de quitação do serviço militar, para os maiores de 18 anos do sexo masculino, quando for tirar o título pela primeira vez;
Documento do qual se infira a nacionalidade brasileira do requerente ( Lei n° 7.444/85, art.5°).

Unficação do piso é medida para resgatar a coletivada do jornalista brasiliense


Por:Amanda Lima
Amandalima1507@gmail.com

Mesmo com denúncias, sindicato dos jornalistas do DF afirma que não há discriminação entre os profissionais de diferentes mídias.


Há quase trinta dias da implantação do piso salarial unificado para o jornalista, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF), afirmou sem citar nomes, que ainda recebe denúncias por parte de trabalhadores, alegando que os “patrões” oneram os profissionais abaixo do salário estabelecido para a categoria.

“Hoje com a transparência do piso, os trabalhadores têm nos procurado e feito algumas denúncias. Temos denúncias que os patrões estão pagando abaixo do piso[salarial]. São poucas, mas temos”, disse o vice-presidente do SJPDF, Wanderlei Pozzembom.

Desde o dia 01 de abril, o piso salarial do jornalista foi unificado, ou seja, não há distinção de valor mínimo entre profissionais da mídia impressa e eletrônica. Até esta data os veículos contratavam os jornalistas por distinção de mídia.

Por ser mais antiga, em geral, a mídia impressa possui os salários mais altos. Os profissionais da mídia eletrônica do Distrito Federal, afirmam que o piso salarial está longe de ser o ideal, mas que Brasília se sobressai se comparada a alguns estados.“Nós aqui conseguimos algumas melhorias, como a unificação do piso, que eu espero que seja praticada mesmo. Mas existem lugares em que você trabalha 13, 14 horas diárias sem nenhum tipo de remuneração. Em Brasília, apesar da hierarquia de salário do impresso, o jornalismo online tem o seu valor e seu preço, precisa ficar melhor, mas já é um começo”, afirmou a jornalista de uma agência do DF, que quis preservar sua identidade.

O sindicato afirma que “não há discriminação dentro da redação entre os jornalistas e que por enquanto na há resistência por parte dos patrões”, mas ressalta a importância do cumprimento do acordo por parte dos veículos.

 “Eu espero que eles cumpram com o compromisso assumido, porque caso contrário vamos cobrar na justiça. Apesar de ainda estarmos no ciclo de pagamento, é preciso que os patrões tenham essa consciência para acabar com o individualismo e resgatar a coletividade dentro dos veículos”, disse Pozzembom.

O SPJDF classificou essa divisão de pisos como uma ação astuta por parte dos “patrões”, e que pode ser perigoso para o próprio veículo.

“A gente percebeu que os patrões de uma forma muito esperta, criaram dois pisos: um para a mídia eletrônica e outro para a mídia impressa – e isso se tornou perigoso, pois a mídia eletrônica está crescendo mais que a impressa causando certa estagnação do meio impresso. O profissional de mídia eletrônica acaba atuando na mídia impressa também”, destacou Pozzembom.

A intenção da unificação do piso, segundo o sindicato, é resgatar a coletividade e acabar com o individualismo, uma vez que a premissa do acordo parte do princípio que os jornalistas independentemente da mídia que atuam, estão unidos pela mesma atividade: a produção da notícia.

A negociação

Para chegar a um acordo,  a negociação entre patrões e trabalhadores arrastou-se por mais de dois anos. O acordo conduzido pela atual gestão do SJPDF teve o  apoio do Ministério Público do Trabalho que identificou várias irregularidades na categoria. No último dia 1 de abril, a negociação teve um desfecho: o valor do piso salarial unificado para os jornalistas de Brasília, independentemente do veículo que atuam.

Para jornalistas que trabalham cinco horas, o menor salário passa a ser R$1.950,00. Para os profissionais que exercerem 6 horas de trabalho, o salário é de R$2.613,00 e para os que fazem jornada de 7 horas ou 8 horas de trabalho a remuneração é de R$3.276,00.

O acordo também prevê descanso remunerado para os profissionais que trabalharem mais de 5 horas diárias.

O sindicato não considera o piso unificado como uma conquista, e sim como um avanço. É a reafirmação de que a categoria ainda precisa brigar por direitos básicos, como descanso remunerado e vínculo empregatício por meio da Consolidação da Lei do Trabalho (CLT)”. Para o vice-presidente, estes são direitos que já deveriam estar consolidados.







Busque seu direito, ele é seu!


Por: Camila Muguruza e Jhady Arana




Direito do consumidor, direito de todos os brasileiros, mas que nem todos buscam. O Código de Defesa do Consumidor foi criado em 1990, após a criação da última Constituição Federal em 1988, e com ele, muitos benefícios para todos os consumidores que antes eram lesados pelas empresas.

As relações de consumo são a base do sistema brasileiro, o capitalista, e a importância do Código de Defesa do Consumidor é garantir que a relação entre empresa e cliente seja igual para a prosperidade do mercado. Segundo o advogado e presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (IBEDEC), Geraldo Tardin, a relação entre empresa e consumidor ainda precisa melhorar: “Existe uma convergência dos empresários em afirmar a importância do Código de Defesa do Consumidor na relação do consumo, principalmente na melhoria da qualidade de produtos e serviços ofertados, porém está muito longe do ideal”.

Para alguns brasileiros a burocracia é um empecilho para a busca de seus direitos, mas para a maioria, a falta de instrução é o grande problema, para o advogado de Direito do Consumidor, Erick Dantas, isso tem que mudar: “Existe uma grande parte da população que adota o método ‘deixa pra lá’ por questões burocráticas, e isso é uma falha que fez com que as empresas adotassem isso como uma estratégia empresarial”. Diferente do biblioteconomista Rômulo Nascimento, que comprou uma motocicleta nova da marca Kasinski – na revendedora Cia Motors localizada no Setor de Industria e Abastecimento (SIA) do DF – que apresentou diversos defeitos, inclusive falhas que ameaçaram sua vida. Rômulo recorreu à empresa, que não atendeu à suas reclamações, sendo assim, procurou um advogado e entrou com uma ação judicial.

Segundo balanço feito pelo Procon, em 2012, as empresas com mais reclamações foram companhias de telefonia e bancos. Entre as que menos solucionaram as queixas estão lojas de móveis, eletrodomésticos, roupas e supermercados. De 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2012, o Procon-DF fez 197 mil atendimentos, entre eles recebimento de queixas, consultas e orientações. “Para você ter uma ideia, cerca de 78% das ações em juizados especiais, são de relação de consumo” conta Geraldo Tardin.

Existem também os direitos desconhecidos até pelas pessoas mais informadas.Você sabia que proibir a troca ou devolução de um produto em liquidação é ilegal? Além desta situação, muitos outros casos cotidianos que ferem o Código de Defesa do Consumidor são desconhecidos pela maioria. A cobrança pela entrada em restaurantes e casas noturnas, a cobrança extra pela perda de uma comanda, o pagamento obrigatório de couvert artístico e a espera de mais de 30 minutos em filas de bancos, são atitudes ilegais, que vão contra o Código de Direito do Consumidor.“O direito do consumidor é o puro exercício da cidadania, assim o consumidor deve sempre procurar informação quando se sentir lesado e caso tenha razão, procurar a justiça”, orienta Geraldo Tardin.

Polícia prende rival de Cachoeira e estima que ponto de jogo ilegal rende até R$ 20.000 por dia

Por Willian Farias

A Polícia Civil do Distrito Federal (PC/DF) prendeu nesta sexta-feira (14/9) um suspeito de ser o contraventor rival de Carlinhos Cachoeira na disputa pelos pontos estratégicos do jogo ilegal. De acordo com informações da Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Deco), o homem tinha envolvimento em três dos sete cassinos interditados no Distrito Federal durante a operação Jackpot. Ela é responsável por prender três suspeitos de participar da organização ilegal de Cachoeira.

O delegado responsável pelo caso, Fernando Cocito, diz que o suspeito detido fornecia as máquinas de jogo para o interessado, e em troca cobrava 60% de todo o rendimento obtido com o jogo. Cocito afirma que cada ponto rendia em média R$ 10.000 a R$ 20.000 por dia. Nesse caso, o contraventor poderia lucrar, com apenas um ponto, até R$ 360.000 em um mês.

Segundo o delegado, o grande esquema de negócios dos contraventores está no estado de Goiás. No entanto, o lucro alto da empreitada leva os líderes do jogo ilegal a desejarem expandir o mercado. "Acontece que essas casas são muito lucrativas. Se as máquinas funcionarem durante cinco dias, já é o suficiente para pagá-las por completo”, explica Cocito.

Dilma veta parcialmente o Código Florestal


Em entrevista coletiva, Dilma apresentou a decisão final: 12 artigos vetados e 32 alterações no texto original



Por Gabriela Sant’Anna




O ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, e o ministro da Agriculltura, Mendes Ribeiro. (Créditos: Agência Brasil)
O Governo Federal apresentou nesta sexta-feira (25.05) a decisão final da presidente Dilma Roussef sobre os vetos ao Código Florestal. O anúncio oficial foi feito às 14 horas, em entrevista coletiva, no Palácio do Planalto. Dilma vetou 12 de 84 artigos e fez 32 alterações no texto original: 14 recuperam o texto do Senado, cinco são novos dispositivos e 13 são adaptações de conteúdo. As alterações foram apresentadas pelos ministros do Meio Ambiente, Izabella Teixeira; da agricultura, Mendes Ribeiro e do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas.


Uma medida provisória será publicada na segunda feira (28) e logo depois, submetida à análise do Congresso Nacional. O novo Código Florestal também será disponibilizado no mesmo dia, no Diário Oficial da União. No geral, as mudanças feitas por Dilma favorecerão a preservação ambiental e os pequenos produtores. Uma delas suspende a multa ao produtor que recuperar Área de Preservação Permanente (AAPP).


Desde sua criação, o Código gerou discussões e divergências entre ruralistas e ambientalistas. Os ambientalistas defendiam o veto total, mas ficaram satisfeitos com as alterações. Apesar disso, o Greenpeace já iniciou uma campanha com o objetivo de arrecadar assinaturas para criar um projeto de lei popular pelo desmatamento zero das florestas brasileiras.


Em nota, o Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, composto por mais de 200 instituições, manifestou sua indignação com a aprovação do Código Florestal e afirmou que o governo foi contra a opinião da maioria dos brasileiros.


“Se o texto aprovado pelo Senado já significava anistia aos desmatamentos ilegais e incentivos a novos desmatamentos, os deputados conseguiram o que parecia impossível: torná-lo ainda pior. O texto revisado pela Câmara dos Deputados, além de ferir os princípios constitucionais da isonomia, da função social da propriedade e da proibição de retrocessos em matéria de direitos fundamentais, fere frontalmente o interesse nacional”, de acordo com a nota.


No Twitter, o Código Florestal foi o quarto assunto mais comentado do dia e algumas agências internacionais falaram sobre o tema. A ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, não ficou satisfeita com a decisão da presidente Dilma. Em seu microblog, Marina afirmou que “os vetos não corrigem retrocessos no Código Florestal”.