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Conic - Seis estúdios fazem a festa dos tatuadores

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Conic - O brilho das Drag Queens

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O árduo sonho de se tornar jogador

Incentivado pelo antigo sonho de se tornar jogador de futebol, sonho inclusive compartilhado por muitos brasileiros, decidi acompanhar e entender um pouco mais da vida de diferentes jovens que tentam essa profissão.

Eles só querem driblar 
Assisti a um treino de uma escolinha de futebol onde um adolescente chamou a atenção da plateia composta por parentes e amigos. O tal Lucas havia marcado três gols no coletivo em que a equipe havia goleado por cinco a zero, e saiu do campo ouvindo os gritos: “esse é seleção”, “já pode pedir música”.
No time adversário, estava Marquinhos, zagueiro de 13 anos que saiu do campo chateado. O único incentivo veio do senhor Milton Rocha, pai do jovem: “Você pelo menos se esforçou”. Ele observou o filho caminhando até o professor, sem saber o que poderia dizer depois: “É difícil cara, todo lugar que eu levo ele pra treinar é sempre isso, os garotos hoje só querem driblar, e como ele é zagueiro, ninguém elogia e ele fica triste”.
Milton é um pai preocupado, porém dá todo suporte para o filho: “É o sonho dele, mas a gente tem que cuidar. As escolinhas podem não ter uma estrutura ou um profissional correto para olhar, sempre a gente vê na internet esquema de empresários com peneiras. Eu quero que ele alcance o sonho dele, e por isso estou de olho”.
Marquinhos ainda é muito novo, mas tem consciência de que o caminho é longo e ele terá que se empenhar muito, além de contar com a sorte para se tornar profissional. “Eu tenho que jogar bem pra conseguir ir pra algum time. Eu já participei de alguns testes, que eu não fui chamado, mas vou continuar até alguém me chamar, não tem outro jeito”.

Crianças disputam campeonatos e peneiras desde muito jovens

Maxsuel Miranda também sempre sonhou em se tornar jogador de futebol. Apesar de não ter conseguido, encontrou uma alternativa que o mantinha próximo à profissão. Confira no vídeo a seguir.



Os irmãos Brey
Dois irmãos também tinham o sonho de se tornarem jogadores de futebol: Patrick e Rayan Brey, de 18 e 20 anos. Porém, cada um seguiu um caminho diferente na jornada. Patrick hoje é profissional e joga no Vila Nova de Goiás, já Rayan nunca chegou a ser contratado por nenhum time, apesar de ter avançado em diversas peneiras de clubes do Rio de Janeiro.
Patrick foi monitorado pelo São Paulo aos 11 e 12 anos, mas foi contratado pelo Fluminense, onde jogou por dois anos, até ser dispensado. Ficou um ano “de molho” treinando exaustivamente e disputando peneiras, até ser contratado pelo Vila Nova, onde havia feito um teste. Há três anos ele defende o clube goiano, que, no final de outubro, passou da série C para a segunda divisão do campeonato brasileiro.
O atleta relembra um dos momentos mais marcantes de sua trajetória aos 13 anos, quando estava no Fluminense: “um dia liguei pro meu pai chorando, dizendo que estava com saudades, aí ele me perguntou se eu queria voltar pra casa. Aí eu parei de chorar, e falei ‘pai isso não vai acontecer mais’”, disse o meio campista. “Naquele momento eu vi que realmente eu estava no caminho certo” completou.
Rayan reconhece que o irmão está subindo na carreira e que as coisas estão mudando. “Ele ainda não ganhou tanta fama, mas cada dia que passa, noto que ele fica cada vez mais conhecido e mais distante da família, mas acho que é só uma fase esse distanciamento”.
Patrick faz parte de um grupo seleto de jovens que conseguiram alcançar a profissionalização, como constata o professor de futebol Thiago Silva: “Eu já devo ter dado aula pra mais de mil meninos, e menos de um por cento saíram para jogar em clubes e permaneceram. É muito difícil, pois a concorrência é enorme”.
Thiago acredita que os jovens são muito pressionados pelos pais e não conseguem desenvolver o futebol devido a essa cobrança exagerada. Em alguns casos, eles são levados a desistir do esporte: “Muitos pais gritam, cobram resultado, xingam juízes e adversários durante os jogos dos filhos. Você gostaria de trabalhar com alguém gritando no seu ouvido? Você se sentiria bem? Então imagina uma criança”. Reclama.

A confiança é fundamental entre o professor e o aluno no acompanhamento da construção do jovem como atleta. Para ele, só assim os treinadores saberão lidar e modelar um bom jogador. Mas é necessária a compreensão de que é um processo de longo prazo, e a caminhada é difícil até a conquista do sonho.

Veja também
Alguns filmes retratam a trajetória de jogadores e as dificuldades que enfrentam para alcançar e manter a profissão. Os filmes Mata Mata (2014), de Jens Hoffmann, e Linha de Passe (2008), de Walter Salles, representam bem o que foi tratado na matéria. Assista ao trailer dos filmes.





Confira a reportagem completa:




Chocolate Espanhol

Com 5x0 no agregado, Real Madrid passa tranquilo pelo Bayern de Monique

Na noite dessa terça-feira, pelo jogo de volta da Liga dos Campeões, Bayern de Monique e Real Madrid se enfrentaram na Alianz Arena em Monique, com a vantagem dos espanhóis de terem ganhado por 1x0 o jogo de ida, no Santiago Bernabéu em Madrid.

Jogadores do Real Madrid comemoram depois do jogo.         Crédito: UEFA

Mesmo com a posse de bola maior, com o famoso ‘Tiki-Taka' de Pep Guardiola os alemães não conseguiram impor o seu jogo aos madrilenos. O zagueiro Sergio Ramos marcou duas vezes, abrindo de vez as chances dos espanhóis de voltarem para a final do campeonato europeu, depois de 12 anos, deixando os jogadores do Bayern de Monique completamente perdidos em campos e muito nervosos.
Aos 34 do primeiro tempo, Gareth Bale deu uma arrancada de 80 metros dando de presente ao seu companheiro Cristiano Ronaldo o seu 15º gol em uma única edição da Liga dos Campeões, deixando os torcedores espanhóis na Alianz Arena estarrecidos com esse resultado inesperado na Alemanha.
Na volta do segundo tempo os alemães bem que tentaram, aumentando os seus chutes a gol, e mantendo a posse de bola, mas a noite realmente não era dos jogadores bárbaros. Com jogadas rápidas e sem nervosismo os espanhóis conseguiram neutralizar até o fim as jogadas e os jogadores alemães. Mostrando que no mundo do futebol não existe time imbatível.
No fim do segundo tempo, aos 44 minutos, Cristiano Ronaldo depois de cobrar falta por baixo da barreira marcou o seu segundo gol na partida matando de vez a desastrosa zaga do Bayern de Monique, e ainda se tornando o maior artilheiro da Liga dos Campeões com 16 gols, passando a frente e quebrando o recorde que antes pertencia aos jogadores Mazzola e Messi, ambos com 14 gols.
Agora os jogadores do Real Madrid esperam conquistar a sua “La Decima” na final da Liga dos Campões que acontece no dia 24 de Maio em Lisboa. O seu adversário sai hoje no jogo de volta entre Chelsea e Atlético de Madrid, que no jogo de ida ficaram no 0x0.

Ingleses ou Espanhóis

Com um jogo de ida tedioso, para não dizer ruim, Chelsea de Atlético de Madrid ficaram no 0x0 na Espanha. Se José Mourinho conseguir de novo estacionar o seu caminhão contra os espanhóis e o jogo continuar no 0x0, a decisão de quem enfrentará o Real Madrid na final será feita nos pênaltis.


Por Núbia Tuira



Brasil terá que quebrar tabu para ganhar Copa

Por Filipe Alves

- Há 17 anos a seleção canarinho luta contra um incômodo tabu -

Sempre que ganha a Copa das Confederações, campeonato realizado um ano antes das Copas do Mundo, o Brasil não é campeão mundial. Após vencer todas suas partidas e derrotar a Espanha na final do torneio, realizado em junho de 2013 e que reuniu os campeões continentais no Brasil, a seleção brasileira luta para tornar-se campeã do mundo e evitar o segundo Maracanaço em 2014. (Maracanaço é um termo que tornou-se popular após a derrota para o Uruguai, por 2x1, na final da Copa do Mundo de 1950, realizada no Brasil).

 


Slide show from Filipe Ferreira Alves


Brasil é Campeão da Copa das Confederações 1997 - Veja como foi a partida

França derrota Brasil na final da Copa do Mundo 1998 - Veja como foi a partida

Com desempenho pífio, Brasil é eliminado da Copa das Confederações 2001 - Veja como foi a partida

Brasil ganha todas suas partidas e é Campeão da Copa do Mundo de 2002 - Veja como foi a partida

Brasil  é Campeão Copa das Confederações 2005 após golear Argentina na final - Veja como foi a partida

Brasil é eliminado pela França nas quartas de final da Copa do Mundo 2006 - Veja como foi a partida 

Brasil Campeão Copa das Confederações 2009 - Veja como foi a partida

Brasil perde para a Holanda e é Eliminado Copa do Mundo 2010 - Veja como foi a partida


Diante de sua torcida, Brasil derrota a favorita Espanha de forma incontestável e é Campeão da Copa das Confederações 2013 - Veja como foi a partida

Craques que podem ameaçar o Hexa

 Veja o perfil dos cinco jogadores que tem a chance de vencer o Brasil em casa e se consagrar como os melhores da Copa do Mundo de 2014.

Lionel Messi
Time Barcelona
Seleção: Argentina
Último jogo de sua seleção contra o Brasil. Argentina 4x3 Brasil 2012( Messi fez 3 gols)

Cristiano Ronaldo
Time: Real Madrid
Seleção: Portugal
Ultimo jogo de sua seleção contra o Brasil: Portugal 1x3 Brasil
(Cristiano Ronaldo não jogou)

Thomas Muller
Time: Bayern de Munique
Seleção: Alemanha
Ultimo jogo de sua seleção contra o Brasil: Alemanha 4x1Brasil
(Muller fez um dos gols)

Ribery
Time:Bayern de Munique
Seleção:França
Ultimo jogo de sua seleção contra o Brasil: França 0X3Brasil
(Ribery não jogou)

Iniesta
Time: Barcelona
Seleção:Espanha
Ultimo jogo de sua seleção contra o Brasil: Espanha 0X3 Brasil
(Iniesta foi titular e o principal jogador)

Entenda o Tabu de 17 anos
A Seleção Brasileira de futebol é a atual tetracampeã da Copa das Confederações, mas todas as vezes após vencer o torneio, não ganhou a Copa do Mundo. O time liderado por Neymar poderá, em 2014, quebrar este tabu e vencer a Copa em território brasileiro, apagando a imagem do vice campeonato de 1950, quando foi derrotado pelo Uruguai no Maracanã.

Dificuldades que atletas paralímpicos encontram até chegar ao sucesso

Por Mariana Dâmaso

- Para se tornar um grande atleta é necessário investir nas categorias de base, ou seja, incentivá-los desde cedo a iniciar um esporte e obter bons resultados nos treinos e competições. Um cenário que não existe atualmente no Brasil, aqueles que desejam ser atletas, olímpicos e paralímpicos, possuem uma caminhada longa e não necessariamente florida até a conquista do sucesso -

Atleta desde 2003 e atual campeã paralímpica brasileira, a atleta Carla Maia, nos conta mais sobre as dificuldades enfrentadas no esporte.



Antes de sofrer uma lesão na medula e se tornar tetraplégica, Carla sempre se interessou por esportes e após a nova situação não poderia ser diferente, procurou praticar esportes que se alinhassem a nova condição, nos afirma que a escolha do tênis de mesa foi ao acaso e por sorte, durante sua pesquisa de conclusão de curso como publicitária recebeu um convite do treinador do atleta Iranildo Espíndola para se juntar a equipe de atletas paralímpicos.

Atleta Carla Maia se prepara para o treino na AABB
Sua trajetória no esporte paralímpico é composta de muitas vitórias em diversas competições, entre elas o Circuito Nacional, onde obteve o primeiro lugar e participação nos jogos Parapan de 2009, onde ganhou a medalha de prata. Os treinos agora estão focados na Copa Tango que será realizada na Argentina, no período de 8 a 10 de novembro e garante vaga para o campeonato mundial de Parapan Americano, a ser realizado em dezembro, neste os atletas concorrem a vagas para os jogos paralímpicos de 2016, a serem organizados no Rio de Janeiro.

Os treinos são realizados na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), em Brasília, três vezes por semana durante uma hora, a atleta ainda realiza seções de fisioterapia para auxiliar na melhora dos movimentos. Ao ser questionada sobre representar o Brasil nas competições a atleta nos garante que é um caminho longo e árduo e que apesar das dificuldades já citadas, o retorno é muito bom quando se consegue uma conquista, além da alegria que sente ao praticar o esporte e da qualidade que trás para a sua vida. “Eu viajo a vários países, conheço outros atletas, pessoas com a mesma limitação que a minha, tenho orgulho de estar representando meu país, tenho orgulho de conseguir vitórias e conquistas importantes. Essa superação, nos desafiar é muito gostoso”.


Slide Show from Maricorrea2013

Entenda mais sobre os projetos Bolsa-Atleta e Bolsa-Pódio
O Bolsa-Atleta atende atletas que tenham obtido bons resultados nas diversas competições, mundial, nacional, internacional. Para ser beneficiado com esse projeto criado em 2005 pelo Governo Federal, é necessário estar no ranking dos dez primeiros atletas nas competições qualificatórias indicadas pelas confederações dos variados esportes. Aqueles que conseguem bons resultados devem procurar o Ministério do Esporte levando seus comprovantes das conquistas, em seguida é realizada uma avaliação técnica por um Conselho, composto por cinco professores de Educação Física. O resultado final é realizado pelo Conselho Estadual de Desportos. No site do Ministério do Esporte é possível encontrar toda a explicação sobre a Legislação, a lista com os atletas contemplados desde o ano de sua criação, entre outras informações.

O programa beneficia os atletas, olímpicos e paralímpicos, somente durante um ano. Bruno Gomes da Silva, compete na natação e já conquistou três medalhas de ouro, Beatriz de Oliveira Mesquita, tricampeã mundial, bicampeã no Pan Americano e tri campeã sul americana, em 2009 representa o jiujitsu feminino, são alguns destaques do programa que já beneficiou 5.691 atletas no ano de 2013.

A bolsa pódio beneficia somente aqueles que subiram ao pódio, classificados entre o primeiro e terceiro lugar, também nas principais competições, mundiais, locais, internacional. O tramite para se candidatar a ganhar a bolsa pódio é o mesmo realizado na bolsa-atleta. 

Esportes Paralímpicos e principais atletas da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa 

O Comitê Paralímpico Brasileiro reconhece vinte modalidades para competição, entre elas: atletismo, basquetebol em cadeira de rodas, ciclismo, esgrima em cadeira de rodas, futebol de cinco, futebol de sete, goalball, halterofilismo, hipismo, judô, natação, remo, rugby em cadeira de rodas, tênis de mesa, entre outras.

Algumas informações sobre os atletas paralímpicos que competem pela Confederação Brasileira de Tênis de Mesa 


Seleção Permanente A



Seleção Permanente B



Mesmo sem mar, Brasília curte a brisa do futevôlei

Por Paulo Henrique Gomes
- Não é a falta de praia que impede os brasilienses de praticaram o futevôlei, o esporte é praticado em clubes espalhados pela capital -



Céu claro e clima seco  de Brasília contribuem para a prática do futevôlei
O futevôlei foi criado em 1965 na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. A modalidade surgiu como uma forma de burlar a proibição imposta pela ditadura na época, que não permitia que as pessoas jogassem futebol ou “altinha” nas areias das praias cariocas. A prática de esportes com bola era permitida apenas em quadras de vôlei, com rede e campo delimitados. Juntamente com a modalidade, surgiram as regras do novo esporte. No início, cinco pessoas jogavam em cada equipe. Depois foram formando-se duplas e até mesmo as “umplas”, ou seja, apenas um jogador de cada lado. Aos poucos a modalidade cresceu e tomou conta de diversos bairros cariocas.

O futevôlei é um esporte em que duas equipes, compostas por dois, três ou quatro atletas se confrontam em uma quadra de areia com medições de 18 metros de comprimento e nove metros de largura. A quadra é dividida em duas partes iguais por uma linha imaginária central, onde fica a rede. O objetivo dos jogadores é fazer com que a bola, após ser tocada com a cabeça, região do peito ou membros inferiores, passe por cima da rede e toque o campo adversário. Luiz Gustavo Coelho Netto, que pratica futevôlei há dois e é federado na Confederação Brasiliense de Futevôlei, há uma regra que dita a modalidade. “O negócio é botar a bola para o alto. Essa é a regra. Independente da situação em que a bola vem, bater para o alto facilita a vida do companheiro”, explica. A altura da rede para competições oficiais internacionais masculinas é de 2,20 metros e 2 metros nas competições femininas. Quando o jogo acontece entre quartetos, a altura é de 2 metros. Confira as regras oficiais da modalidade.  

Há mais de mil quilômetros de distância do mar, a modalidade tornou-se mania no Distrito Federal. Há aproximadamente 20 anos, o futevôlei chegou a Brasília através de pessoas que vieram de locais litorâneos, principalmente do Rio de Janeiro e estados nordestinos. Diversos fatores contribuíram para o sucesso do esporte em terras candangas. O clima seco, além do sol forte e a pouca presença de chuva ajudaram Brasília a se tornar um ótimo local para a prática da modalidade. Atualmente 410 atletas estão inscritos na Confederação Brasiliense de Futevôlei, segundo o órgão. Para se ter uma ideia, dos 18 atletas convocados para o Campeonato Sul-Americano de futevôlei, disputado em julho deste ano na Colômbia, cinco eram de Brasília.


A paixão pelo brasileiro por futebol faz com que pessoas do sexo masculino ou feminino, de qualquer idade, possam ser vistas “batendo bola” em locais com ou sem infraestrutura, com superfície de cimento, grama ou areia. Certamente o alto número de locais para praticar o esporte além da paixão dos brasileiros por futebol contribuíram para a expansão da modalidade. A grande quantidade de clubes e parques no DF também contribuiu para o elevado número de praticantes, bastando apenas a presença de um espaço com areia e dois postes, geralmente disponibilizados nos locais. Onde não há a infraestrutura necessária, os praticantes precisam comprar o kit com rede e fitas para a demarcação do campo, que custa cerca de 500 reais. Renan Cano, praticante do esporte há quatro anos cita a facilidade em encontrar locais para jogar futevôlei. “Brasília conta com muitos clubes e a maioria já percebeu o crescimento do futevôlei. Não é difícil encontrar escolinhas ou quadras onde a gente possa jogar”, disse.


Clubes investem na prática na prática da modalidade, que está atraindo um grande número de praticantes no DF
João Gilberto Olivieri, que pratica a modalidade há dez anos e dá aula há três, explica sua primeira turma tinha apenas três pessoas, mas com o tempo o número cresceu. “Eu jogava futevôlei com um grupo em um clube, mas eu era bem superior a eles (risos). Eles me deram a ideia para que eu começasse a dar aula. O diretor de um clube que oferecia uma infraestrutura melhor me convidou para ministrar as aulas de futevôlei. Hoje em dia há turmas com mais de vinte alunos”, disse. João citou também o fator social incluído na prática da modalidade. Segundo ele, a modalidade pode ser praticada por mulheres e pessoas de todas as idades. “Temos alunos de 15 a 60 anos, homens e mulheres. Além de jogar futevôlei, as confraternizações são comuns e fazem com que um laço de amizade seja criado entre os alunos”, disse. Não é rara a presença de crianças, que acompanham seus pais em treinos e competições de futevôlei. Segundo Olivieri, o futevôlei proporciona diversos benefícios aos praticantes, como flexibilidade, aumento da capacidade cardiorrespiratória e da coordenação motora, agilidade e fortalecimento muscular. “O futevôlei é um esporte que não oferece impactos que possam prejudicar as articulações, além de queimar muita caloria”, explica.


A partir da década de 80, a modalidade cresceu de forma significativa e despertou o interesse de patrocinadores e imprensa. No ano de 1984, desafios interestaduais de futevôlei foram transmitidos na televisão pela primeira vez na história. Após isso, a modalidade ganhou destaque na mídia televisiva com o torneio Super Futevôlei, que gerou bons índices de Ibope a Rede Globo e as Copas Skol, que geralmente conseguiam destaque na mídia. Além disso, a novela Pecado Capital, exibida pela TV Globo em 1998 contou com um personagem que praticava futevôlei em praias cariocas, interpretado por Eri Jonhson, e contou com a presença do ex-jogador de futebol Romário em alguns capítulos. O ex-atacante da seleção brasileira assumiu em fevereiro de 2012 o cargo de “Embaixador Mundial do Futevôlei”. Um dos objetivos do craque era levar a modalidade às Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, porém não obteve sucesso.

Confira as unidades da federação que são destaques no futevôlei


Em vermelho, as cidades que praticam o esporte
Onde encontrar escolinhas de futevôlei
Cota Mil Iate Clube (Cota Mil) – Setor de Clubes Esportivo Sul, Trecho 2 
Contato: (61) 3225-4489


Associação de Servidores da Câmara dosDeputados (ASCADE) - Setor de Clubes Esportivo Sul, Trecho 2 
Contato: (61) 84040488 ou 8143 7762

Minas Brasília Tênis Clube – Setor de Clubes Norte, Trecho 03, Conjunto 06 
Contato: (61) 8414-7278

Associação de Servidores do Banco Central (ASBAC) - Setor de Clubes Esportivo Sul, Trecho 2 
Contato: (61) 3212-5419

Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) - Setor de Clubes Esportivo Sul, Trecho 2 
Contato: (61) 3223-0078
Parque da Cidade, Praça Central do Guará


O Jiu-Jitsu e seus benefícios

Por Brenda Oliveira



- O Jiu Jitsu que não é voltado apenas para a luta, esporte também é usado em benefício da população  -

Alunos aprendendo golpe de Jiu-Jitsu 
A modalidade esportiva de lutas marciais está se tornando muito divulgada atualmente nos meios de comunicação, em decorrência dos diversos estilos de lutas que estão sendo apresentadas, através de canais que apresentam lutas de artes marciais mistas de MMA (Mixed Martial Arts), em programas como UFC
(Ultimate Fighting Champions).
O jiu-jitsu que significa suavidade na técnica, onde jiu significa suave e jitsu significa arte ou técnica, é um termo de origem japonesa. O jiu-jitsu é uma arte marcial com origem na Índia, na qual o lutador usa várias técnicas e golpes para derrotar seu adversário.
Edgar Santos, professor de Jiu-Jitsu
Segundo o Professor de jiu-jitsu Edgar Santos, o jiu- jitsu pode ajudar pessoas com necessidades especiais na parte da coordenação e na disciplina, para idosos o jiu-jitsu ajuda na defesa pessoal e no condicionamento físico. Edgar ainda afirma que hoje em dia existem muitos projetos sociais envolvendo o jiu-jitsu, e conclui que  isso é muito importante para tirar as crianças das drogas.
Em Brasília, a FJJB, Federação de Jiu-Jitsu deBrasília é quem organiza os campeonatos de jiu--jitsu em Brasília, campeonatos oficiais da federação e  particulares. Nas etapas dos Brasilienses que são os campeonatos oficiais da federação, ocorre a doação de bolsas (inscrições) ou quimonos para as crianças que que participam dos  projetos sociais.

Jiu-Jitsu no UniCEUB
O curso de Educação física do Centro Universitário de Brasília oferece aos alunos  a disciplina pedagogia das lutas, na qual aborda os aspectos pedagógicos do universo da prática  de artes marciais como instrumento rico no contexto de educação escolar.  O UniCEUB ainda oferece aos alunos a modalidade jiu-jitsu em diversos horários e com diversos professores.
Segundo o coordenador de educação física do UniCEUB, Marcelo Boia , "As lutas fazem parte dos conteúdos que compõe a cultura corporal de movimento, a qual deve ser ensinada durante as aulas de educação física escolar por parte dos professores, para que assim possam auxiliar no processo de formação integral do aluno como um cidadão".
Boia afirma que "na atualidade vivemos em constantes batalhas, as quais podem ser entendidas como lutas, encontradas em quase todas as ações humanas, a luta pela sobrevivência, contra os problemas sociais, e inúmeros outros oponentes visíveis e invisíveis, desta forma, destaca-se a importância da correta inserção do conteúdo no ambiente escolar, sendo imprescindível para o desenvolvimento afetivo-social, cognitivo, fisiológico e motor do educando".
O coordenador entende "como de suma importância o conteúdo de lutas no desenvolvimento do cidadão, principalmente para os alunos que poderão receber esses estímulos de maneira correta, incitando o educando a entender o real significado tanto como esporte, também como reflexão/relaxamento, para assim desmistificar as batalhas cotidianas de classes e as necessidades humanas".

Segurança nos grandes eventos



Foto: Projeto Castro Mello - Arq. Esportiva
Por: Lucas Salomão

Sede da Copa das Confederações e da Jornada Mundial da Juventude em 2013; da Copa do Mundo de 2014; e das Olimpíadas de 2016, o Brasil se tornou o centro das atenções do mundo. Para realizar tais eventos, foram necessários investimentos em infraestrutura para capacitar as cidades a fim de receber turistas de todos os lugares do globo. Apesar dos esforços, há muito a se fazer. Um dos pontos que mais preocupa, em especial após o atentado terrorista na maratona de Boston, nos Estados Unidos, é o da segurança pública. Quase R$ 2 bilhões foram investidos em todas as esferas acionadas para os eventos - defesa, segurança pública e inteligência. O Coronel  Ruy Costa Júnior, Gerente de Operações de Segurança e Inteligência do Ministério da Defesa, falou com o Esquina sobre as expectativas e perspectivas dos órgãos de defesa durante a realização de quatro dos maiores eventos mundiais.


Corrida de rua é qualidade de vida no Distrito Federal

Por Thaís Valentim
 
Correr é um esporte bom para a saúde, excelente para a integração social e barato. A edição de abril de 2009 da revista Posiatividade afirma que o segundo esporte mais praticado pelos brasileiros não é o vôlei, nem o Basquete, muito menos a natação ou o ciclismo. Depois do “todo poderoso” futebol, o esporte mais praticado é a corrida. Ela é uma das modalidades esportivas mais praticadas. Em geral, as pessoas que iniciam a prática buscam obter qualidade de vida. Na medida em que o condicionamento melhora, a sensação de prazer e bem estar faz com que os novos praticantes passem a sentir a necessidade de correr todo o dia. “Eu corro cinco vezes por semana, e quando não tem jeito de ir treinar, me sinto muito ansioso, com uma sensação de que ficou faltando alguma coisa”, afirma o veterinário Cristiano Gomes, 36 anos, que corre há 10 anos na cidade.
 
Para o veterinário, Brasília é uma das melhores cidades do país para praticar corrida de rua. “O Parque da Cidade, a Água Mineral, o Parque Olhos d’Água, a Ermida Dom Bosco e o Eixão são ótimos lugares para se exercitar”, diz Cristiano, que afirma sempre variar os percursos. “O legal é que dessa forma não dá para ficar entediado”, completa. Apesar de anos de corrida, Cristiano não costuma participar de provas de rua. “Não me inscrevo porque o que eu busco é somente ficar em harmonia comigo mesmo, e isso já consigo ao treinar”.
 
A sociedade civil Corredores de Rua do Distrito Federal (Cordf) foi fundada em dezembro de 1998 com o objetivo de reunir o maior número de participantes de corrida de rua, caminhada e marcha atlética. O presidente Raimundo Nonato Bentes Martins pratica atividade física desde criança e, quando se tornou militar do exército, desenvolveu uma verdadeira paixão pelo condicionamento físico. Há 10 em Brasília, Bentes começou a correr com mais frequência. Segundo Bentes, de cinco anos pra cá, o número de corredores no DF cresceu consideravelmente. “Geralmente as pessoas ingressam na modalidade em busca de qualidade de vida. É como se fosse uma válvula propulsora que tira elas dos problemas do dia a dia”, considera o presidente.
 
Para a Cordf, o futuro do esporte no Distrito Federal é muito promissor. No entanto, segundo Bentes, as provas de pista não podem ser esquecidas e o esporte não pode ser elitizado. “Tem muitos promotores de eventos que organizam provas só para ganhar dinheiro. Isso é perigoso porque existem vários atletas que se destacam nos 10 mil metros e não tem condições de pagar R$ 70 em uma inscrição. Temos que pegar esses meninos da periferia e motiva-los a praticar o atletismo”, declara o presidente, que sonha alto. “Quem sabe daí não surge um campeão? O atletismo é muito democrático. Basta um tênis e um local para começar. A corrida de rua é que está dentro do atletismo, e não o contrário”, finaliza Bentes.

Ceilândia, uma cidade esportiva

Por Marquezan Araújo
Em busca de incentivar a prática esportiva na Ceilândia, o 8° Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (BPMDF), criou há dez anos uma espécie de escolinha voltada para crianças e adolescentes, com espaço reservado para futsal e judô. Um dos objetivos era entreter as crianças para tirá-las das ruas, explica o soldado Átila Cruz, professor de futsal. “Tentamos trazer a comunidade para perto da polícia a fim de que ela se sinta mais segura. Queremos também ocupar a criança para afastá-la das drogas e da violência”, ressalta o oficial.
A dona de casa e mãe de um dos alunos, Miriam Francisca, garante que a ideia tem dado certo. “É ótimo, pois tira as crianças da rua. A minha filha e a minha sobrinha deixam de fazer qualquer coisa para treinar, e têm levado muito a sério”, garante Miriam.
O segundo sargento da PM e professor de judô da escolinha, Paulo Roberto, revela que a punição para alunos indisciplinados, tanto na escola como nas aulas disponibilizadas no Batalhão, é bem severa. Em casos mais graves o aluno chega a ser afastado de vez da escolinha. “A gente tenta primeiro com o diálogo, mas se não resolver o problema, o aluno é afastado dos treinos e perde a vaga”, explica o militar.
Os alunos que apresentam um bom rendimento nos treinos têm a oportunidade de participar de algumas competições. Orgulhoso, Paulo Roberto afirma que as crianças foram premiadas em todos os campeonatos que participaram. “Algumas vezes tivemos até 100% de aproveitamento com primeiro, segundo e terceiro lugar, no mesmo campeonato”, diz o segundo sargento. Os que se destacam no futsal são levados para treinar em um time que participa de campeonatos regionais.

Corrida em parque ecológico reúne atletas e amantes da natureza

Por Sussane Martins

O Parque Ecológico Ermida Dom Bosco foi cenário neste ano do 6º Circuito Cross – Parques. A competição, promovida em parceria com o Instituto Brasil Adentro, buscou mostrar a importância da interação dos participantes com a natureza por meio de atividade esportiva. O evento mobilizou não somente os atletas competidores, mas também os usuários do parque, que tiveram a oportunidade de assistir e praticar aulas de ginástica.

As inscrições foram gratuitas mediante a doação de 5kg de alimentos não perecíveis. Os competidores receberam um kit de corrida completo, com camiseta, lanche, hidratação e cronometragem. Para animar o público, a banda de percussão Maria Vai Casoutras tocou alguns dos próprios sucessos nas largadas e chegadas dos atletas.

O Distrito Federal possui 26 parques estaduais administrados pelo GDF, com urbanismo e infraestrutura. Em grande maioria, são abertos ao público em geral e alguns deles realizam o Circuito Cross Parques, que visa promover e incentivar a visitação pública. Eles têm como objetivo principal interagir e orientar as comunidades vizinhas a utilizarem as reservas como espaço de lazer de forma ambientalmente correta.

Em busca do quarto título

Por Cecilia Sóter


A Liga Nacional de Basquete (LNB) divulgou neste mês a tabela de jogos da fase classificatória da quinta edição do Novo Basquete Brasil (NBB), temporada 2012/2013. O primeiro jogo acontecerá no dia 24 de novembro, entre as equipes Vivo/Franca e UniCEUB/BRB, em São Paulo.

Diferente das temporadas anteriores, que contavam com quinze equipes, a nova edição do NBB contará com dezoito times. Além do Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina e Ceará terão representes na disputa do campeonato.

O time de Brasília, atual campeão, busca o quarto título do torneio, o quinto nacional.  Dentre as novidades, destaca-se a contratação do ala-armador norte-americano Danilo Pinnock, primeiro estrangeiro a integrar o time, e o armador Isaac Rafael, que jogava no Vila Velha. O UniCEUB/BRB estreia em casa no dia 29 de novembro, no Ginásio da ASCEB, que atualmente recebeu piso e tabelas novos.

Evento traz cinema e outras artes para pista de skate no Distrito Federal

Por Mariana Fernandes

O grupo Radicais livres S/A, em parceria com o coletivo Muruá, traz cultura e arte para o Skate Park de São Sebastião, no Distrito Federal. O evento faz parte do Sarau Radical Livre, que ocorre praticamente todos os meses e este ano contou com uma mostra de cinema com diversos vídeos curtas-metragens de artistas brasilienses, além de shows e poesias. Em setembro, o evento reuniu mais de sete tipos de arte, Além dos filmes que representaram a mostra, pequenos clipes da performance dos skatistas foram exibidos à plateia.

 Como em eventos anteriores, artistas locais tiveram a oportunidade de se apresentar. Bandas de rock e de rap tocaram enquanto artistas divulgavam poesias de vários estilos para efetivar o desejo de misturar estilos e promover a diversidade cultural. A música foi representada pelo grupo de rap Dialeto Crew. Já o rock ficou por conta da banda Recalcitrantes. Na poesia, o Saurau Radical recebeu a literatura de cordel e causos do poeta Ruiter Lima, a fim de resgatar as raízes nordestinas que também existem no Distrito Federal. Para completar, nas artes plásticas, Maurício Faria e Fabrício Murback fizeram pinturas ao vivo e graffiti para o público.

O Sarau

De acordo com Vinícius Borba, poeta e produtor cultural do evento, o grupo Radicais Livres surgiu em 2003 com a necessidade de dar espaço para os artistas locais. “Faltava dinheiro, força e até mesmo auto-estima para que eles pudessem chegar aos palcos”, ressalta. Vinícius, junto com o grupo, já roda Brasília há nove anos para reunir diferentes artes e divulgar os artistas, em busca de devolver o interesse da população para a cultura local. “O Sarau é para a comunidade e objetiva democratizar a arte nas periferias do Distrito Federal”, completa.

Os eventos são organizados pelos voluntários do grupo e os artistas se reúnem para a produção de grandes misturas de estilos. Os saraus já acorreram em praticamente todas as regiões administrativas do Distrito Federal, além de Piauí, São Paulo e Goiânia. Os poetas radicais livres já realizaram espetáculos para a Feira do Livro de Brasília e para seis saraus simultâneos na programação do Brasília Outros 50, em 2010.

O grupo é formado por aproximadamente 15 pessoas, entre artistas e apreciadores que se mobilizam por meio de redes sociais. Em geral, são moradores de São Sebastião que buscam a diversidade de apresentações culturais. “Buscamos espaço para outras artes que, normalmente, não tem voz em Brasília, seja pelo preconceito ou pela falta de apoio estatal,” diz Vinícius.

Escalada vira paixão para brasilienses que gostam de se exercitar

Por Raisa Nunes



Boulders, vias, regletes, crashs, magnésio e mosquetões. Essas são as palavras mais conhecidas do vocabulário dos esportistas apaixonados por escalada. O esporte que cada vez mais ganha espaço em Brasília é considerado pelos praticantes uma filosofia de vida. Além de exercitar força, equilíbrio e elasticidade, o desenvolvimento motor de cada músculo do corpo também é trabalhado.

Os chamados “boulders” são uma modalidade de escalada em blocos de pedra baixos, com até sete metros de altura. Sem cordas, a única segurança são os “Crashs Pads” – colchões de espuma especialmente desenvolvidos para este propósito – que são posicionados na base da pedra. A segurança de corpo também é feita com a ajuda de um colega que apara a queda, a fim de direcionar o escalador aos crachs. Para evitar o suor nas mãos e, consequentemente que elas escorreguem, eles utilizam o pó de magnésio.

A altura vai bem mais além quando se fala em “vias esportivas”. São pedras acima de 10 metros que alcançar paredões até 70 vezes maiores. Dessa forma, os equipamentos de proteção são indispensáveis. Os mosquetões – anéis metálicos – são usados para o auxílio de cordas e cadeirinhas. Segundo Gabriel Bello, empresário e estudante de ciências da computação, a prática da modalidade de vias é feita somente em duplas, onde um faz a segurança do outro.

A assistente administrativa Fabíola Xavier, 28 anos, reforça que é necessário estar em vigia. “Por ser um esporte radical, a segurança é fundamental tanto nos equipamentos quanto da pessoa que auxilia o escalador”, afirma. Escaladora há sete anos, Fabíola conta que a quantidade de mulheres praticantes do esporte tem aumentado significativamente. “A escalada vem se tornado cada vez mais popular e, consequentemente, aumenta o número de mulheres praticantes. No entanto, ainda é pequeno em relaçao ao público masculino”, explica. 

A consciência ambiental também é necessária para os escaladores que querem alcançar o topo da pedra. Normalmente os lugares mais procurados por eles estão em meio ao cerrado. “O local onde se pratica o esporte muitas vezes é completamente selvagem e pouco visitado pelo homem, exigindo assim que tenhamos respeito e cautela, degradando o mínimo possível para não prejudicar a fauna e flora nativa”, afirma Gabriel Bello.