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Parque da Cidade: Centro Hípico oferece equoterapia a R$ 300

Centro Hípico do Parque da Cidade (CHP)

Com uma área de cerca de 4 milhões de metros quadrados, o Parque da Cidade é referência quando o assunto é lazer. Localizado em uma área central de Brasília, o local abriga parque de diversão, quadras esportivas, lago artificial, churrasqueiras, restaurantes, kartódromo, parquinhos e pavilhão de exposições. É lá também que está localizado um dos Centros Hípicos mais antigos da capital. 

O Centro Hípico do Parque da Cidade (CHP) foi fundado no final da década de 1980 pelo cavaleiro olímpico Almir Vieira. O objetivo do Centro é formar cavaleiros e amazonas em várias modalidades do hipismo e difundi-lo como esporte  para todos aqueles que frequentam o Parque da Cidade. Além das aulas de salto, adestramento e concurso completo (evento que reúne provas de adestramento, cross-country e salto), o centro oferece sessões de Equoterapia. No CHP uma sessão de Equoterapia custa, em média R$ 300. O preço ainda é caro, mas os benefícios  são muitos.

A Equoterapia é um método terapêutico que utiliza cavalos no desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência. A atividade exige a participação do corpo inteiro e contribui para o desenvolvimento da força muscular e aperfeiçoamento da coordenação motora e do equilíbrio.

Mais informações sobre a Equoterapia em www.equoterapia.org.br

Esporte completo

O hipismo virou esporte no século XIX, inspirado na caça de raposas. A prática regular traz vários benefícios tanto ao corpo, quanto a mente. O esporte desenvolve a coordenação motora, o equilíbrio, a postura e contribui na regulagem da pressão arterial.

O CHP possui área de 18 mil metros quadrados
O hipismo auxilia também no desenvolvimento comportamental e quando praticado por crianças aumenta a noção de compreensão e sociabilidade. Leonardo Dias começou a praticar o esporte cedo. “Comecei com 12 anos. O hipismo já virou uma tradição na família e só me trouxe benefícios”, afirma. Para o estudante, que hoje tem 19 anos, o esporte ajuda desenvolver noções de relacionamento.







Por Gabriela Caldas

Parque da Cidade: comerciantes reclamam de prejuízos

Giuliana Yolle

O comércio no Parque da Cidade traz várias opções para a família que pretende aproveitar o meio ambiente em meio a opções gastronômicas. O público que vai ao lugar, seja qual for o dia da semana, pode aproveitar os produtos comercializados por vendedores ambulantes até restaurantes que cobram preços exorbitantes.

Aliando o esporte com a gastronomia, o Carreira Kart é um bom exemplo disso, sendo um dos comércios que mais lucram naquele centro.“São 25 anos de empresa, com clientes antigos que hoje trazem os seus filhos não só para correr de kart como também para almoçar ou jantar”, avaliou Isabela Diniz, coordenadora do setor, que vende desde lanches até refeições variadas. “Em feriados e finais de semana fica lotado”, garantiu.

Outros seguimentos de mercado também ganham boas proporções no Parque da Cidade. Valdécio Ribeiro, dono de uma banca de revistas há 20 anos, utiliza-se do seu ponto para agradar alguns atletas, que já se habituaram a comprar jornais e revistas com uma água de coco. “O maior movimento é pela manhã ou no fim da tarde. Já tenho um público cativo”, admite o empreendedor.

Entretanto, ter um ponto de comércio no Parque da Cidade pode render prejuízos. Durante a semana, o movimento é muito fraco, principalmente nos períodos mais secos e com chuvas. Há um mês como ambulante, Pedro Henrique revela que teve um público pequeno nos últimos dias. “Nesse período do ano se vende pouco sorvete. Teve dias que eu vendi só umas três unidades”, lamentou.

Conheça um pouco dos bastidores da Agência de Notícias UniCEUB

Vencedora da categoria “iniciativa acadêmica” do 9º Prêmio Engenho de Comunicação, a Agência de Notícias do UniCEUB tem um papel fundamental na vida dos estudantes de jornalismo. A reportagem do Esquina Online conversou com o editor, professor Luiz Claudio, e com os alunos voluntários.

A estudante do 6º semestre, Jamile Rodrigues, 19 anos, diz que participa do projeto porque facilita o aprendizado em jornalismo comunitário, área na qual a aluna quer  atuar.

Cecilia Sóter, estudante do 6º semestre, conta como é a rotina de trabalho durante os jogos da NBB, campeonato que também é material noticioso para a Agência. “Eu faço a cobertura dos jogos de basquete. E nelas, a gente faz de tudo um pouco: tira fotos, atualiza as mídias sociais. Além de coletar as informações para fazer o texto.”

O recém-graduado Rafael Cadengue, 20 anos, detalha como foi a experiência dele na Agência de Notícias. Ele incentiva futuros alunos a participarem da equipe do professor Luiz Claudio.

Agência

O professor Luiz Claudio foi o idealizador do projeto
“Uma Agência de Notícias é um veículo de comunicação que tem um propósito de oferecer materiais jornalísticos para outros veículos”, ensina o professor Luiz Claudio Ferreira, 37 anos. Segundo o professor, existem agências comerciais e não comerciais, como a da UniCEUB. Luiz explica que há iniciativas de empresas que montam a própria equipe de jornalismo delas para vender as notícias como a France-Presse e Reuters.

Parque da Cidade: de kart, bicicleta ou a pé, um lugar para superar limites

Lucas Magalhães

Há quem vá ao Parque da Cidade apenas para manter a forma física, mas também existem pessoas que  pretendem ultrapassar seus limites em diversas modalidades. Por ter uma área muito grande- o Parque da Cidade ocupa 4,2km²- o espaço é apropriado para a prática de diversos esportes.
Para se ter uma ideia, o Parque da Cidade recebeu, em 2011, a primeira edição do Desafio 20h de Ciclismo. O evento, organizado pela turma do Pedal Noturno DF, responsável pela organização do Audax (evento que deixou de acontecer a partir de 2011), reuniu ciclistas que percorreram, durante 20h, os 10 km de pista do Parque da Cidade. O evento, que não ocorreu em 2012, terá em 2013 mais uma edição, que já está sendo pensada pelo Pedal Noturno DF.
A corrida também é um dos esportes praticados no Parque da Cidade. No entanto, algumas provas não são tão organizadas. O estudante Marcio Rocha, de 31 anos, conta que participou de um evento em 2011 e se arrependeu. “Chegando lá, estava tudo muito bagunçado. A organização não conseguiu entregar os chips e a prova foi disputada em um circuito misto, na pista dos carros, na pista de cooper e até na grama”, conta.

Emoção nas pistas

O automobilismo é uma das paixões nacionais, junto com o futebol. Os títulos mundiais de Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna na Fórmula 1 fizeram das corridas de carro uma das grandes diversões do brasileiro. Para quem não pode competir com bólidos maiores, o kart surge como opção de diversão. Para aqueles que levam a brincadeira a sério, campeonatos entre amigos são realizados no Carrera Kart, que fica no estacionamento 11 do Parque da Cidade.
Para Marcelo Alves, conhecido como Marcelo Bocão, o kart começou como uma diversão entre amigos há oito anos e agora se tornou uma paixão. “Eu simplesmente não consigo afirmar que sensações eu tenho quando estou pilotando”, admite. Bocão participa do Speed Sinvas, o maior campeonato amador de kart de Brasília, que conta atualmente com 54 pilotos. O Speed Sinvas não envolve apenas o lado competitivo do kart, mas também leva em consideração o lado filantrópico do esporte: a cada quatro etapas (são disputadas 13 corridas por ano), alimentos são recolhidos pelos próprios pilotos e posteriormente entregues a instituições de caridade.
Assim como aconteceu com Bocão, Idelvan Ferreira, ou simplesmente Vaninho, começou no kart por brincadeira ao receber convites de amigos para participar de competições há quatro anos e também se tornou um viciado nas corridas, que servem para esquecer o estresse do dia a dia. “Não há nada melhor que andar de kart. Quando estou pilotando, me sinto totalmente envolvido na corrida, me esqueço de todos os problemas”, afirma.
Para os interessados em iniciarem sua jornada no kart amador, o gerente do Carrera Kart, Virgílio Quintão, conta que é fácil. “Quem quiser correr, basta formar um grupo de amigos e vir. O Carrera cede o espaço, os carros e os monitores de pista. A diversão fica por conta dos participantes”, convida. Para aqueles que se destacarem, há ainda a opção de disputar o Campeonato Carrera, que acontece entre os meses de março a dezembro, sempre com uma etapa por mês. Para se credenciar para o Campeonato Carrera, o piloto deve fazer um dos dez melhores tempos do mês entre os competidores, que são divididos por categorias de peso.




E mais: Acompanhe o repórter Lucas Magalhães em uma volta no circuito do Carrera Kart:  http://youtu.be/zDh4tbQ1OSU




Estudo de fontes jornalísticas mostra que Folha foi parcial na cobertura da greve dos professores universitários

Aprovado, Rafael Cadengue comemora com os professores
Pouco antes de ser aplaudido por professores, parentes, amigos e colegas de classe, Rafael Cadengue leu uma frase que o fez chorar. Pode parecer inusitado em uma banca de monografia, mas a frase em questão - "Vamos em frente, vamos conquistar os nossos sonhos. O sonho de sermos a correia de transmissão da sociedade e de transformarmos os nossos computadores, microfones, arquivos, jornais, rádios e televisões em instrumentos de consolidação da nossa profissão, da nossa luta. Instrumentos de técnica e principalmente da ética" - era dita em aulas de jornalismo pelo ídolo e falecido pai do aluno, Rogério Cadengue.                                                      

Às 20h15 todos já estavam sentados na sala 12006. Espectadores e avaliadores aguardavam a defesa de monografia do formando. O tema "Imparcialidade e fontes em reportagens sobre greve de professores", ganhou a atenção dos presentes.

Com desenvoltura, Cadengue analisou cinco reportagens publicadas no jornal Folha de São Paulo sobre a greve nas universidades federais entre 17 e 23 de maio de 2012. Segundo o formando, a Folha de São Paulo utilizou fontes oficiais para a cobertura da greve, além de colocar os professores como os únicos injustiçados, sem levar em conta o prejuízo dos alunos.

Apoiado na Teoria do Gatekeeper, que diz respeito à influência da pessoa do editor na definição do que é ou não noticiado, estudada na disciplina Teorias do Jornalismo, o formando defendeu que produtores e repórteres também ocupam esse papel.

Após 20 minutos de apresentação, Rafael foi aplaudido e muito elogiado. Os professores lembraram a crescente trajetória do aluno na instituição e a determinação ao longo de mais de três anos de curso. Aprovado, Cadengue agora já pensa no futuro. "Daqui pra frente é com certeza não ter férias, e eu pretendo trabalhar no jornalismo de televisão", afirmou.

Por Marcela Franco

Surdos pouco compreendem publicidade apesar de tradução em Libras

A estudante Marcelle Pereira na defesa do TCC
A área publicitária do Brasil não está preparada para atender as necessidades dos deficientes auditivos. Essa foi a conclusão do trabalho da aluna de publicidade do UniCEUB Marcele Rosa Pereira. O trabalho consistia basicamente em mostrar o quanto os filmetes publicitários são pouco assimilados pela cultura surda.
 
Para isso, Marcele exibiu para os surdos algumas propagandas que tratavam do tema inclusão de deficientes na sociedade. Após a exibição, foi perguntado a eles o que entenderam e acharam. A dinâmica de grupo funcionou na língua de libras e, com legendas em português, os surdos mostraram pouco entendimento sobre o contexto das publicidades e uma enorme indignação com a falta de comprometimento dos publicitários em entender quais são as suas reais necessidades de inserção.
 
Muitos dos surdos falaram que as propagandas eram extremamente humilhantes, pois até a tradução em libras que é colocada no canto da tela da TV foi considerada de péssima visualização. Segundo a pesquisa, as legendas em Português nos informes publicitários também não são uma solução, já que muitos surdos não entendem a relação do texto com a imagem e som.
 
A conclusão que os professores e alunos que participaram da exposição do trabalho chegaram é que é necessária uma maior aceitação dos surdos na sociedade e uma inclusão que saiba respeitar a cultura surda, que não é pior nem melhor que a do falante, simplesmente diferente.
 
Por Valentim Viana

Estudante pesquisa elementos de comunicação em filme de terror

Alguma vez você já se surpreendeu se perguntando por que você sente medo quando assiste a um filme de terror? Já considerou de que forma o diretor trabalha os elementos do filme para construir o sentimento de suspense e provocar sustos? Pois essas questões motivaram uma aluna do UniCEUB que resolveu pesquisar um pouco mais sobre o assunto.

Unindo o útil ao agradável, Maria Eduarda Bezerra Bahouth, que sempre se interessou por filmes de terror, tentou entender um pouco melhor esse processo. O Trabalho de Conclusão de Curso, intitulado 'Estudos dos Elementos do Terror Psicológico: Análise do Filme O Iluminado (1980) de Stanley Kubric', usa conceitos da comunicação e da psicologia para tentar compreender a reação das pessoas aos filmes de terror.

Permeando duas áreas diferentes do conhecimento, a aluna iniciou a apresentação do trabalho, explanando o que é o medo, e quais os seus estágios, segundo o campo da psicologia. Em seguida ela apresentou um breve histórico do cinema.

O filme escolhido para a análise da aluna, O Iluminado, é um clássico dos filmes de terror. Maria Eduarda escolheu três cenas da obra para exemplificar como o medo é construído no filme: um fragmento do início, um do meio e outro no final do filme.

A banca considerou que a aluna teve êxito na proposta de estudar o terror psicológico e aprovou o trabalho.

Por Luísa Ikemoto

Produção de campanha eleitoral é tema de TCC

“Ansiosa sim, nervosa não”, era a frase que Giovana Miranda, 23 anos, repetia para os amigos enquanto se preparava para apresentar seu trabalho de conclusão de curso na última sexta feira (9/11). Estudante de jornalismo do UniCEUB, Giovana mostrou uma aptidão de certo modo excêntrica para os demais alunos do curso e escolheu um tema não tão procurado: optou, para espanto de alguns estudantes que assistiam sua apresentação, estudar o horário político eleitoral gratuito.

O tema, obviamente, não é estranho por si só. Acontece que quem vê Giovana, loira e bem vestida, deve logo pensar em qual dos ramos da moda a jovem se dedicou durante o trabalho. Entretanto, longe da expectativa de alguns colegas, Giovana gosta mesmo é de política e explica que o gosto nasceu de ver o trabalho do pai. “Meu pai sempre trabalhou em campanhas eleitorais. Sempre participei um pouco. É trabalho pesado, mas é o que quero fazer”, conta. Para entender um pouco mais desse universo, a jovem escolheu como tema entender como é o trabalho de uma produtora durante o período de campanha eleitoral.

Para desenvolver seu TCC, Giovana teve de, literalmente, suar a camisa e enfrentar o calor de 47º C na cidade de Várzea Grande, no Mato Grosso, para acompanhar a produção da campanha de uma candidata à prefeitura. A estudante ficou três dias na cidade e acompanhou não só o processo de filmagens das propagandas da candidata, mas também comícios, carreatas e reuniões. “Foi muito intenso e exaustivo. Não tinha ideia de como é árduo o trabalho durante uma campanha eleitoral”, reflete. O esforço rendeu bons frutos, “agora sei como funciona os trabalhos de produção de uma campanha passo a passo, coisas que eu não tinha ideia”.

Além de entender mais sobre o tema que escolheu, Giovana passou a ter certeza em que área profissional quer trabalhar e, para aumentar ainda mais o ânimo, teve seu trabalho aprovado e elogiado pela banca examinadora.

Por Bruna Cabral

Parque da Cidade: idosa encontra no lugar espaço para lutar contra doença

Por Gabriela May

Superação: Zoraide pratica exercício na Academia da Terceira Idade


    No vai e vem de ciclistas, corredores, crianças e cachorros, uma senhora de 74 anos caminha para a Academia da Terceira Idade (ATI). Há três anos na luta contra uma neuropatia, doença referente ao sistema nervoso, Zoraide Horta encontrou no Parque Sarah Kubitschek, mais conhecido como Parque da Cidade, um local para melhorar a saúde. Avessa a academias devido ao som alto e o fluxo de pessoas, a ex-professora de educação física aproveita para fazer exercícios quando acorda com disposição.
Informações sobre como os equipamentos devem ser utilizados
     Localizada ao lado da Praça Eduardo e Mônica, a academia ao ar livre tem uma agradável vista para o lago. “Fazer os exercícios com esse visual me traz uma paz de espírito que não encontraria em outro lugar”, conta Zoraide. Os equipamentos, pintados de verde e amarelo, parecem um parque de diversão, pois são diferentes dos que as pessoas estão acostumadas. Um dos equipamentos lembra um volante e em outros duas ou três pessoas podem malhar ao mesmo tempo. “Todos os equipamentos estão bem conservados e espero que continue desse jeito”, pede Zoraide.
Placa explica como o alongamento deve ser feito
    Na área central existe uma placa que indica como cada equipamento deve ser utilizado e como fazer alongamento, o que possibilita o treino sem assistência. “Geralmente venho acompanhada da minha fisioterapeuta, assim o risco de lesão é menor, mas já vi idosos desacompanhados”, diz Zoraide.
    A Academia da Terceira Idade facilitou a vida de idosos que querem praticar exercícios em um ambiente diferente e sem maiores custos.








Confira os exercícios praticados por Zoraide 



Veja mais sobre atividades físicas na terceira idade:





Parque da Cidade: administrador promete mudanças em 2013


Por: Ana Paula Fornari
 


O Parque Sarah Kubitschek luta para retornar ao que o administrador do lugar, Paulo Dubois, chama de "dias de glória".“Nós encontramos isso aqui num caos total e absoluto”, desabafa.
Mas os problemas hidráulicos foram resolvidos, as áreas e brinquedos interditados foram consertados e reabertos ao público. Isso tudo sem falar das muitas outras melhorias realizadas como o aumento do número de vigilantes, a instalação de bebedouros e lixeiras novas.
Para 2013, as metas são a continuidade de reformas necessárias para o bom funcionamento do parque, licitar e colocar as áreas vazias para funcionar, instalar uma nova lanchonete e trabalhar na criação de uma pista de skate e patins além de um novo centro multiuso para atividades culturais.
Queda de árvores - Preocupado com as chuvas e seus efeitos sobre o parque, Dubois aponta que, em 2013, um dos focos será a poda para evitar a queda das árvores, além de plantar novas. “Perder uma árvore é algo muito negativo. Nesse sentido, o nosso planejamento para 2013 é plantar pelo menos mais duas mil mudas de arvores do cerrado no parque da cidade”, explica.
A juventude também está inclusa no público alvo paras os projetos a serem realizados. Paulo quer incentivar o retorno dos jovens e das famílias para o parque e para isso, quer incentivar a cultura, triplicando o número de eventos em realizados. O administrador pretende, no próximo ano, triplicar o número de eventos realizados no espaço. Para ele, esse tipo de acontecimento fará com que haja o retorno das famílias para o parque.
“Shows saudáveis em horários apropriados e em locais apropriados, também são objeto de preocupação nossa”, comenta Paulo Dubois. Além dos shows, também estão sendo planejados eventos esportivos, e outras manifestações culturais.
                “Estamos lutando muito com toda limitação que nós temos pra tornar essas áreas cada vez mais agradáveis”, finaliza.


Confira um trecho da entrevista feita com Paulo Dubois:


Terceira em idade na busca de qualidade de vida



Praticar exercícios físicos no Parque da cidade Sarah Kubitschek é rotina para pessoas da terceira idade que procuram melhorar o estilo de vida. Com o avanço da idade, a pratica de atividades é indispensável para o corpo e a mente.

O casal de aposentados Breno, 77, e Maria Célia, 65 anos, segue a rotina de caminhar no parque há mais de 30 anos. “Moramos aqui do lado e viemos aqui todos os dias de manhã nos exercitar, pois é super importante para a saúde”, afirma Maria Célia. A aposentada ainda diz que além de queimar calorias, a caminhada garante qualidade de vida. “Vir aqui e adquirir esse hábito de caminhar sempre é essencial para uma saúde mais vital; saio daqui com uma ótima sensação”, diz.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a inatividade é uma das dez principais causas mundiais de morte. A clínica médica, Lídia Angélica, garante que o sedentarismo é maléfico à saúde dos idosos. “A falta de atividade física pode acarretar o aparecimento de várias doenças, como por exemplo, diabetes, osteoporose, doenças respiratórias, infarto, AVC, entre outras. E muitas vezes esses problemas de saúde podem levar a morte também”, afirma. A médica ressalta quais são os benefícios do exercício físico.

O aposentado Marcos Barbosa de Araújo, 75 anos, corre no parque da cidade 5 vezes por semana e afirma que procura se exercitar por causa de orientação médica. “Eu ficava em casa sem fazer nada e o meu cardiologista recomendou a caminhada de 30 minutos pelo menos 3 vezes por semana. No início foi difícil me acostumar, mas depois eu não estava nem andando mais, já estava correndo. Meu médico disse que minhas taxas melhoraram bastante”, ressalta.

O exercício físico na terceira idade tem o objetivo de prevenir ou retardar doenças que chegam junto com a idade. Além de aumentar a resistência muscular, a atividade também aumenta o equilíbrio e controla taxas no corpo dos idosos que praticam exercícios. A aposentada Maria de Lourdes, 70 anos, garante que a saúde está nos pés. “Eu acredito que o melhor exercício que existe é a caminhada, depois que comecei, percebi grandes mudanças no meu corpo e até mesmo no meu jeito de levar a vida”, diz.  


A importância do exercício físico

A médica Lígia Angélica ressalta quais são os benefícios do exercício físico. “Quando pratica exercício o corpo libera a endorfina, que é o hormônio responsável pela sensação do prazer. Essa alteração no metabolismo traz vários benefícios à saúde como controle do peso corporal, reduz o risco de desenvolver pressão alta, previne taxas ruins de colesterol, diminui o risco de doenças cardíacas e respiratórias, entre outras”, afirma. “Exercitar a mente também é uma ótima maneira para evitar o sedentarismo”.



Thais Valentim

Parque da Cidade: Terceira idade com mais saúde e disposição

 Por Victória Melo


Dona Cleusa se exercitando na ATI
Ponto de encontro dos praticantes de atividade física, o Parque da Cidade Sarah Kubitschek , reúne pessoas que buscam saúde e bem estar. E não são apenas os jovens que procuram se exercitar. Quem já chegou à terceira idade, não fica para trás.

A aposentada Ana Ferreira, 68 anos, caminha no parque todos os dias e afirma que a prática de exercícios só trouxe benefícios. “Eu era muito sedentária, tinha pouca disposição para fazer as tarefas do dia a dia. Os exercícios me estimularam e hoje tenho mais energia”, conta.

A atividade física na terceira idade pode contribuir para um estilo de vida mais saudável. O educador físico Pedro Guimarães explica que exercícios para idosos, não só aumentam a saúde e evitam doenças comuns na velhice, mas também diminuem as chances de quedas, falta de equilíbrio e fraqueza nas pernas.  "Quem chega à terceira idade, independentemente de sua condição física, deve buscar exercícios que melhorem a parte aeróbica, a flexibilidade, o fortalecimento dos grandes complexos musculares e o equilíbrio do corpo", diz.

Carlos Guimarães, 60 anos, descobriu que tinha diabetes em 2009 e diz que o exercício ajudou a controlar a doença. “Meu humor melhorou bastante e a minha aparência também. Eu me sinto outra pessoa”, afirma.

Uma boa opção para os idosos que buscam se exercitar no Parque da Cidade é a Academia da Terceira Idade (ATI). Localizada próximo ao estacionamento número 10, o local já é ponto de confraternização entre a melhor idade. “Todo mês a gente faz um café da manhã para comemorar os aniversariantes do mês. Nós já somos uma família”, diz com satisfação Dona Cleusa dos Santos Sousa, 74 anos.

Saúde física e mental

Além de favorecer o corpo, a prática de atividades físicas ajuda na diminuição do estresse, da angústia e da ansiedade, renovando as energias e proporcionando prazer, relaxamento e bem-estar.
Maria de Lurdes, 57 anos, conta que nunca tinha feito atividade física  e, desde iniciou, sentiu grandes mudanças. “Venho todos os dias ao parque e, quando não posso vir, sinto muita falta. Além de cuidar da saúde, a gente acaba conhecendo pessoas, fazendo amizades e isso ajuda na autoestima. Antes eu era uma pessoa triste e hoje sinto mais alegria”, conta ela, que pratica 30 minutos de caminhada diariamente.

O exercício tem o papel fundamental na vida das pessoas idosas. “Através dos exercícios, eles sentem melhora do sono, da oxigenação e do comportamento de uma forma geral, o que contribui para a longevidade”, afirma o educador físico Pedro Guimarães.



Confira a turma da terceira idade na ATI:



Parque da Cidade: churrasco em família faz parte do ambiente

Catarina Boechat

            Parque da Cidade Sarah Kubitschek ou simplesmente Parque da Cidade, como é chamado pelos moradores de Brasília, oferece aos brasilienses um espaço para prática de esportes, meditação e diversão para as crianças.

            Considerado o maior parque urbano do mundo, o Parque da Cidade ainda oferece outra opção de lazer aos moradores da cidade. Localizada num cenário bucólico, rodeadas por pinheiros altos que cobrem o chão com suas folhas pontudas, os usuários do parque deparam-se com várias churrasqueiras.

Algumas churrasqueiras contam com uma mesa, alguns bancos, torneira, pia e tomadas. Porém, algumas pessoas se queixam pela falta de manutenção nas torneiras e tomadas, que frequentemente não funcionam.

            Mateus Baruci, 20 anos, estudante do curso de Geografia da Universidade de Brasília, se considera um frequentador assíduo do espaço reservado às churrasqueiras, indo ao local três vezes por mês com amigos, a fim de reuni-los em busca de diversão.

Mateus afirmou que o ambiente é bem conservado, tem segurança, a paisagem é bonita, pela presença dos pinheiros, e é frequentado por famílias e como ponto de encontro de jovens. “No fim de semana tem que chegar bem cedo, se não fica sem churrasqueira. No mês de férias então, é impossível conseguir lugar”, ressaltou.

            Mesmo com tantos elogios, a falta de iluminação foi apontada por Mateus como um grande problema, pois limita a estadia dos visitantes, que não podem estender a diversão até a noite. Mateus ressaltou que apesar da segurança do Parque, feito por meio dos carros “joaninhas”, as pessoas não se arriscam a ficar no ambiente depois do pôr do sol.

            O local também é utilizado para a prática do Slacklining, popular entre os jovens, a prática consiste em se equilibrar em uma corda com apenas uma polegada de largura. Os jovens ainda aproveitam o estacionamento para andar de skate e exibir as novas manobras.

           
Por Catarina Boechat

             

           

Perder para ganhar


Lucas Magalhães
Um corpo definido e repleto de músculos aparentes e um baixo percentual de gordura é o desejo de muitos brasileiros. Nos dias de grandes eventos esportivos, os atletas exibem corpos que se aproximam da perfeição. Quem os vê não imagina o árduo caminho necessário para que o atleta consiga atingir tal físico e combinar beleza com desempenho.
Um dos principais nomes em preparação física de Brasília, Lula Guerreiro conta como é difícil a tarefa dos lutadores de Artes Marciais Mistas (MMA) para alcançarem esse objetivo. Atualmente, Lula é preparador físico dos lutadores Francisco Massaranduba e Paulo Thiago, integrantes do Ultimate Fighting Champioship (UFC). Ele revela como a alimentação correta de um atleta pode definir o resultado em um combate.
Segundo Lula Guerreiro, uma alimentação regrada e balanceada é requisito obrigatório durante todas as fases do chamado camp, período no qual o lutador se prepara para o combate.
“Não adianta nada bater o peso na pesagem e comer fast food. O organismo tá muito debilitado, ele vai colocar o alimento pra fora e não vai ter o desempenho que a gente (a equipe de treinadores) deseja”, afirma.
Lula detalhou o que come o lutador de MMA na fase do corte de peso. Ele conta que a dieta é diminuída, mas que carboidratos, por exemplo, não podem ser cortados totalmente.
“Basicamente, a gente diminui muito a ingestão calórica. O atleta passa a comer coisas com um nível calórico mais baixo. Os carboidratos são diminuídos, mas não podem ser cortados porque eles são uma fonte primária de energia na hora da luta. É um processo interessante. Na semana da luta os lutadores comem muita salada verde, corta-se todo o sal e o açúcar porque são elementos que retém líquidos, o que dificulta o corte de peso e usa-se o limão como tempero, em alguns casos a comida é sem tempero algum”, conta.
Lula também aproveitou o assunto para explicar a importância da alimentação correta durante o corte de peso, uma vez que o desempenho deve ser priorizado em relação apenas ao fato de o peso da categoria ser batido.
“É um trabalho bem criterioso de ser feito. Uma pessoa muito boa (neste caso, o nutricionista) deve estar trabalhando junto pra que o lutador perca peso sem perder desempenho. Não adianta nada o cara passar por um corte de peso enorme e na hora de lutar se cansar no meio do primeiro round ou no começo do segundo. Certamente esse lutador vai perder o combate. Se o corte de peso não for bem feito, todo o trabalho de meses é jogado no ralo”, conta.
Lula Guerreiro contou como funciona a alimentação de seus atletas no período pré-combate, sempre reforçando que seu trabalho é feito em conjunto com um médico e um nutricionista, que sempre viajam junto com ele e os treinadores dos lutadores para que tudo dê certo na hora da luta, tanto no ponto de vista nutricional, quanto na parte funcional do aproveitamento dos alimentos. Além disso, o médico tem papel fundamental na manutenção da saúde dos atletas, uma vez que o organismo passa por um período de privação de nutrientes muito grande durante os últimos dias antes da pesagem e só um médico pode ser responsável pela reidratação e reposição de sais minerais dos lutadores logo após a pesagem.
“No caso específico dos atletas de MMA, depende do quão perto ou longe eles se encontram da competição. Durante a fase de treinos para força é a época onde a alimentação tem um nível calórico muito alto. O cara tem que comer muito carboidrato, muita proteína, até pra auxiliar na construção muscular do lutador”, finaliza.