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Secretário garante que obras para eventos esportivos serão entregues no prazo


Por José Maciel e Lucas Pacheco


O secretário do Ministério do Esporte, André Arantes, garantiu que todas as obras para Copa do Mundo estão dentro do prazo. As críticas ao andamento, segundo ele, são fruto de má interpretação por parte da mídia.  Ele analisou também a situação do Brasil com a situação de Londres, que sediará as Olimpíadas no ano que vem. No segundo dia do IX congresso de ensino, pesquisa e extensão, a palestra sobre megaeventos esportivos foi a atração da manhã.
Para o secretário, o transporte público, a rede hoteleira e os aeroportos são essenciais para a realização de um grande evento esportivo e servem como legado para as cidades. De acordo com Arantes, sediar uma Copa é oportunidade para o crescimento de diversos setores de um país.
Ao falar sobe o planejamento do Estádio Nacional de Brasília, André Arantes comparou-o com a obra de uma casa (Confira no vídeo abaixo) . Segundo ele, quando se prepara para construir uma moradia, sempre se passa do tempo estabelecido e há um estouro do orçamento inicial.






Sobre as olimpíadas, o secretário falou que a cidade que abrigar um evento esportivo deve se preocupar com o “antes, durante e depois”. Arantes usou como exemplo Londres. A capital inglesa, que sediará os jogos olímpicos ano que vem, está se preparando há seis anos. Para ele, o Rio de Janeiro devia seguir esse modelo para ter sucesso em 2016.

Combate a bactérias passa obrigatoriamente por prevenção, diz palestrante

Por Laísa Vinhas (texto) e Fernanda Nalon (foto)
"O único jeito de melhorar a disseminação das bactérias é estudar e achar formas de combatê-las. As bactérias não vão parar de evoluir. Mas é uma luta árdua”, disse a especialista em Microbiologia Clínica, Fabíola Santos Castro. Ela foi responsável por uma palestra sobre o assunto no congresso no Uniceub.

Segundo a especialista, a facilidade de disseminação global das bactérias é cada vez maior, assim como o número de bactérias resistentes nos hospitais.
As infecções causadas por essas bactérias multirresistentes ocorrem por diversos motivos. Entre eles, estão o aumento no uso inadequado de antimicrobianos, a invasão do organismo por cirurgias, transplantes e inserção de materiais no corpo e também por nunca pararem de evoluir.

Um dos maiores erros no tratamento de pacientes com infecções, segundo a palestrante, é não conhecer bem a bactéria, nem a droga utilizada para combatê-la. Em cada organismo ocorre uma reação diferente. Por isso ela reafirmou a importância de profissionais e estudantes em busca de novas descobertas e tratamentos.



Combate
Para vencer as bactérias multirresistentes, é necessário ter o hábito de lavar as mãos corretamente, manter a higiene adequada dos instrumentos hospitalares, fazer a seleção correta de antimicrobianos e, sempre que possível, fazer o reconhecimento precoce do processo infeccioso, advertiu a palestrante.


“Para ser profissional de saúde é preciso ter a responsabilidade e o compromisso de estar sempre estudando, pois estamos lhe dando com vidas”. Caso não haja estudos e novas estratégias, no futuro, uma simples infecção por bactérias que causam a dor de garganta, por exemplo, pode levar um paciente a morte em 48 horas.

Estudantes do UniCEUB apresentam estudos estatísticos relativos à saúde

Por Maria Eugênia Caminha (texto) e Fernanda Nalon (foto)


Estudantes dos cursos de Nutrição, Enfermagem e Biomedicina do Centro Universitário de Brasília – UniCEUB apresentaram, nesta quarta, dia 5, estudos estatísticos relativos à saúde. Durante mais de três horas eles puderam, durante exatos dez minutos, comentar seus objetos de estudo e metodologia. Após cada apresentação, os presentes – inclusive alunos de outros cursos da instituição – realizaram perguntas ao palestrante e seu respectivo orientador.


A aluna Lorena Araújo de Freitas, do curso de Nutrição, estuda o efeito do ácido linoléico no controle da obesidade, um dos maiores males da sociedade brasileira. Assim como todos os outros estudantes, Lorena contou com a estrutura dos Laboratórios de Experimentação, Ensino e Pesquisa – LABOCIEN e a colaboração dos estagiários do curso de Biomedicina. Dessa forma, pôde realizar coletas de sangue e realizar todo o procedimento científico sem maiores problemas. A conclusão? O ácido, considerado um agente anti-obesidade, reduziu o colesterol total das nove pessoas analisadas por ela.


Fabiano Fagundes Moser, representante do curso de Biomedicina, foi ainda mais ousado em sua análise. Seu objetivo é provar que o método enzimático direto para dosagem do LDL-C (conhecido como “colesterol ruim”) é tão eficiente quanto a tradicional fórmula matemática de Friedewald, utilizada desde 1972.


Sua tentativa de validação baseou-se na análise de cento e quatro amostras sanguíneas, de pessoas entre dezoito e noventa anos de idade. A conclusão mostrou que ambas as metodologias apresentam resultados próximos, mas não idênticos, e que outros estudantes como Fabiano devem investir nesse tipo de pesquisa para que uma mudança seja levada em consideração pela sociedade médica. São eventos como o IX Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão e o IX Encontro de Iniciação Científica que incentivam os futuros profissionais do Brasil a buscar as sempre necessárias inovações no ramo da saúde. E o UniCEUB, enquanto instituição, está fazendo a sua parte...

Paparazzi espaciais: conheça a rotina dos astrônomos

Por Felipe Igreja (texto) e Giselle Mourão (fotos)


Com telescópios e câmeras apontadas para o céu, eles tiram fotos dos maiores astros do universo. Alguns conseguem eternizar os próprios nomes ao lado de estrelas, planetas e nebulosas.


O trabalho deles é fotografar os maiores astros do universo. São várias horas para conseguir um flagrante e muito dinheiro gasto com equipamento de ponta. Entretanto,eles não estão interessados em capturar brigas, baladas ou bebedeiras de atoresfamosos. O sonho de quem fotografa o espaço sideral, atrás de planetas,meteoros, supernovas e nebulosas, é conseguir gravar o nome ao lado das estrelas.


“Começa como um hobby, mas depois que você deixa o bicho picar, não tem como escapar”, brinca Marcelo Vágner, 40 anos, durante uma das palestras do IX Congresso deEnsino Pesquisa e Extensão do UniCEUB, na noite da última terça-feira (04/10) .Marcelo e o colega José Ricardo Melo, 44 anos, são membros do Clube de Astronomiade Brasília (Casb) e entusiastas da técnica conhecida como astrofotografia.


Saiba mais sobre o Clube de astronomia


Marcelo conta que começou a se interessar por astronomia em 1986, quando o cometa Halley passou junto a Terra pela última vez. “Eu era garoto, tinha 14 anos. A partir desse evento eu comecei a me interessar mais ainda e passei a colecionar fotose reportagens. Mas só consegui participar mais ativamente a partir de 2003,quando comprei telescópio e comecei a estudar mesmo”, conta.


Deacordo com o professor José Ricardo Melo, a astrofotografia não algo recente. Asprimeiras imagens dos astros começaram a ser feitas no século XIX. Entretanto,a técnica ganha destaque com a evolução da fotografia. Atualmente, com o usodos computadores, é possível conseguir boas imagens utilizando uma simples ‘webcam’.


Ouça aqui boletim de rádio (Por Patrícia Cagni)




“Existem vários tipos de equipamentos. É claro que as melhores fotos e imagens demandamum equipamento mais caro. Mas já é possível tirar boas fotos com câmeras comuns,ou até mesmo uma webcam. Ter um bom telescópio também é importante”, explica oprofessor.


Segundo Marcelo Vágner, os interessados na astrofotografia podem realizar a atividadeapenas como hobby, ou com intuito de ajudar o trabalho de outros pesquisadoresdo espaço. Além disso, caso a pessoa descubra um novo astro (um asteróide ou cometa), esse corpo espacial pode ser batizado com o nome do ‘descobridor’.


“Existem pessoas que fazem isso, algumas para colocar o nome, outras por causa dapesquisa mesmo. Mas já tem muita gente com nome no céu. São como os paparazzi. Eles ficam tirando foto, procurando as celebridades, que no caso são os asteróides ou cometas que ninguém conheceu ainda”, afirma Marcelo.

Céu de Brasília é campo privilegiado para olhar os astros

Por Felipe Igreja (texto) e Giselle Mourão (foto)


Para os interessados pela astronomia, ou pelas astrofotografias, existe o Clube de Astronomia de Brasília. Todas as informações da associação podem ser acessadas no site do clube: www.casb.com.br. De acordocom José Ricardo Melo, a melhor época do ano para a observação do céu acontece durante o período de seca.


Saiba mais sobre esses "paparazzi espaciais"


“Em Brasília temos uma coisa boa, que é durante o período de seca, quando o céu fica limpao, mas também temos cerca de seis meses de chuva. Como o céu fica encoberto, é difícil marcar as atividades e observações. Agora vamos começaresse período das chuvas. Por isso, vamos procurar desenvolver alguns cursos no Casb. Somente em março é que as observações do céu se tornam mais freqüentes”, analisa José Ricardo Melo.


Para tranquilizar os iniciantes, Marcelo Vágner diz que não é necessário um conhecimentoprofundo em física ou matemática. “Para que quiser começar, antes de tudo, elesprecisam ter vontade. Não é preciso ter um grande conhecimento em física oumatemática. Se você for fazer apenas como hobby, diversão, basta terconhecimento básico dessas ciências”, diz o pesquisador.

Palestra aborda preconceito racial e silenciamento em relação à cultura afro-brasileira

Por Rodolfo Rodrigues e Sussane Martins


Cultura e a história afro-brasileira na educação básica foi o tema abordado em palestra realizada na noite de terça-feira durante o IX Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão, promovido pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB). Ministrado por professores da instituição, o evento reuniu acadêmicos para uma abordagem e reflexão de questões raciais em âmbito geral.

Desafio
“Uma das grandes bandeiras de luta hoje é eliminar de vez o racimo no país. Mudar a perspectiva para que a população negra passe a ter acesso às políticas publicas nesse país é um grande desafio. A gente lê Shakespeare,mas que artista africano a gente lê?” diz a professora Joelma.

Segundo o professor Salatiel Ribeiro, "em um país majoritariamente negro, o silenciamento, o apagamento e a invisibilidade são características presentes na história e cultura afro-brasileiras. Os nossos heróis não aparecem na televisão, as nossas referências não aparecem na televisão. O racismo brasileiro é desumanizador, perverso”, afirmou.












Ouça o podcast (Por Marcela Picanço)






Marinha simula conflito no Planalto Central

De Formosa, por José Maciel


Após verificarem o local, fuzileiros navais destroem um  refúgio inimigo.                                                  Foto: José Maciel
A mensagem "ADSUMUS", que significa "Estamos prontos", fica na frente do quartel do Sétimo Distrito Naval, e fez parte também do vocabulário dos militares da Marinha durante a Operação Formosa de 2011. A simulação de guerra, realizada no Planalto Central, durou 12 dias e preparou os fuzileiros navais para agir em missões oficiais. Os mais de 2150 militares que atuaram no treinamento utilizaram veículos e armamento pesado. No total, a instituição informou que o treinamento custou cerca de R$ 5 milhões.

A simulação foi realizada no Centro de Instrução de Formosa (CIF), em Goiás, que pertence ao Exército Brasileiro e desde o dia 18 de setembro foi utilizado pela Marinha. A área da fazenda Bonsucesso, onde fica o centro, é equivalente ao tamanho do município do Rio de Janeiro e conta ainda com uma lagoa ao norte. “A importância de vir até aqui, além da aclimatação, é a possibilidade de desenvolver um exercício tático com a utilização de munição real”, destacou o vice-almirante Fernando Ribeiro.
No acampamento, há momentos de descontração. No campo de batalha, os fuzileiros obedeceram às ordens e  demonstraram garra e inteligência para agir diante das mais variadas situações de crise, e recuperar o território de um inimigo.
Com a ajuda de helicópteros, aviões não tripulados, veículos anfíbios, misseis e até de cães farejadores, os marinheiros mostraram o poder de fogo que a Marinha possui. Para se ter um noção do forte armamento um dos misseis pode chegar a uma distância de 17km.
Atualmente, há um contingente da Marinha que apóia a missão de paz no Haiti, e agora, no mês de outubro, um grupo de onze militares vai para o Líbano atuar na abordagem de barcos suspeitos. “ Tenho certeza que a semelhança que os nossos fuzileiros navais conseguiram no Haiti vai mostrar a eficiência e a eficácia dos navios da esquadra brasileira em um local longe do país e mostrar aí o nome do Brasil, disse o Almirante José Afonso Prado Maia, comandante de operações navais.
O treinamento em números:
Combustível – R$ 200 mil
Alimentação – R$ 320 mil
Transporte – R$ 800 mil
Diversos – R$ 120 mil
Munição -  R$ 3,5 milhões
Total de militares - 2150

Educação pública é tema de pesquisa e debate

Por William Lustosa (texto) e Yuri Freitas (foto)


Durante o IX Congresso de Pesquisa e Extensão realizado no UniCEUB, a professora Lucimar Batista de Almeida, coordenadora da iniciação cientifica do Conselho Nacional de Pesquisa, a apresentação tratou de temas como a importância da realização de um Projeto de Iniciação científica (PIC) e as oportunidades que isso acarreta ao realizador.


A professora Lucimar questionou pesquisas e criticou a situação da educação pública no Brasil, principalmente o ensino fundamental e médio. “Pesquisas apontam nos próximos anos o Brasil ocupará o lugar de quinta potência do mundo, eu não acredito, se não houver uma revolução na educação do País”, criticou Lucimar. A professora ainda aponta que um dos principais desafios da produção de conteúdo científico é o domínio do idioma inglês.


Durante a palestra a professora exemplificou, através de gráficos, a atual condição do país na produção de científica. Em uma pesquisa realizada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPQ), o Brasil ocupa a décima terceira colocação no ranking mundial de produção de conteúdo, atrás de Coréia do Sul e India. No final do evento ainda foram apresentados 6 PICs dos cursos de Letras e História.

Desafio é entender a cabeça do estudante e usar novas tecnologias, diz professor

Por André Bello (texto) e Luiz Gustavo Lima (fotos)


A inovação em sala de aula, com novos métodos e usos de novas tecnologias, foi o foco da palestra do professor Marcelo Veras, no IX Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão do UniCEUB.


O palestrante iniciou com uma visão pessimista do atual modelo de ensino, que segundo ele, está "completamente falido". Entre as gerações há uma "guerra fria", que prejudica o processo educativo, bem como a relação entre professores e estudantes no século XXI. A tônica do debate foi dada com as sugestões para reinvetar o espaço de sala aula.


O professor Veras, engenheiro com larga experiência na área comercial tecnológica, apontou 25 métodos de ensino, entre inovadores e releituras, para tornar o aprendizado mais profícuo. O principal desafio, de acordo com ele, é a instituição educacional entender a cabeça do estudante e utilizar as novas tecnologias para dar mais qualidade ao ensino.









"A relação professor e estudante não pode mais ser baseada na autoridade; o aluno quer ser tratado de forma individualizada e precisa ser convencido", disse. Além disso, os alunos geração Y, os do século XXI, são mais ativos, com mais velocidade e ritmo. Esta geração é também multi task e com baixa tolerância a falta de prazer.
Para José Pereira, diretor da FATECS e um dos organizadores da palestra, sublinha que os professores não podem ser "reféns" da tecnologia. "A tecnologia de informação deve ser encarada como sinônimo de competição. Como um meio, um instrumento de ensino e não o fim".


Toda a palestra foi baseada no livro "inovação em sala de aula e métodos de ensino superior para nativos digitais", elaborado através de uma pesquisa qualitativa com alunos de graduação. De acordo com o livro, os estudantes da geração Y têm quatro caracteristicas: exposição, competição, participação e colaboração. Para Veras, o estudante de hoje é "altamente" competitivo e "gosta" de exposição, marcas das redes digitais que estão inseridas na geração Y.







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Secretário-Geral da OAB diz que exame incluirá filosofia

Por Eduardo Aiache
4º Semestre de Jornalismo




O secretário-geral do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinicius Coêlho, palestrou, nesta terça, no UniCeub, sobre a qualidade do ensino jurídico e a sustentabilidade do país. Marcus Vinicius defendeu a importância do exame da ordem dos advogados, e discursou sobre a qualidade que ela emprega para selecionar os bacharéisem direito mais bem preparados para o mercado de trabalho.


Na palestra o secretário-geral falou que o bacharel em direito, tem que ter duas qualidades, a técnica e a ética, e que sem elas, o bacharel não tem chances de se tornar um bom profissional. Marcus Vinicius ainda revelou que para o exame da ordem dos advogados de agosto do ano que vem, será incluída a matéria filosofia, que para ele tem grande importância para o bacharelando. “O profissional em direito, tem que saber interpretar, e a filosofia te dá isso”.


Segundo Marcus Vinicius, o Brasil é o país com mais cursos de direito no mundo, mas que segundo ele secomparado com a qualidade de outros lugares do planeta, o Brasil perde nesse quesito.

"É importante diplomar a população", afirma professor de ciência contábeis

Por Gabriela Lapa
4º semestre de Jornalismo


“Avaliação da educação superior no Brasil”. Esse foi o tema da palestra ministrada pelo professor de Ciências Contábeis, Alberto Arruda. O palestrante ressaltou a importância de uma educação básica e superior de qualidade.
"Tornar a população ´diplomada´ é essencial para formar cidadãos decentes”, afirmou. De forma descontraída, Alberto Arruda explicou como funcionam os sistemas que avaliam o desempenho dos alunos de cada universidade.
O ENADE (Exame nacional de desempenho de estudantes) ocorre anualmente e contribui com a universidade e o aluno. O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, o SINAES, reúne informações do ENADE e utiliza para orientar as instituições de ensino superior para embasar políticas públicas.









Sobre o papel das instituições de ensino superior, o palestrante definiu como um “estímulo ao pensamento crítico”. A participação dapopulação em pesquisas científicas é essencial para promover o conhecimento cultural, definiu o professor Alberto.

Abertura do PIC Júnior mostra a diversidade dos projetos de pesquisa

Por Elisa Chagas
6º Semestre de Jornalismo


O primeiro dia do IX Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão contou com a abertura da divulgação dos programas de iniciação científica (júnior), com apoio do UniCEUB e da FAP/DF. Coordenado pela professora Dirce Mendes da Fonseca, a seleção contou com projetos de pesquisa de diversas áreas.

Um dos projetos apresentados foi o do ex-aluno de pedagogia Jean Carlos e surgiu a partir do tema de sua monografia. Intitulado “Sociedade e a violência na escola”, a pesquisa faz parte do grupo “A Prática Pedagógica”. Além de Jean, a equipe é formada pela orientadora, a professora do curso, e três estudantes. Voltado para entender o fenômeno da violência na escola, as propostas e ações deste projeto são direcionadas à comunidade de Santa Maria.


O projeto “Maristão faz ciência” gerou curiosidade dos espectadores. Organizado pela escola de ensino médio Marista, o objetivo é que os alunos convivam com o meio acadêmico desde cedo. Ao participar do projeto, o estudante segue todos os passos da pesquisa acadêmica. Eles contam com dois professores orientadores e tem um orçamento de R$ 3 mil. Três projetos foram aprovados pela escola e abordam diferentes temas, história e literatura, sustentabilidade e o uso do Twitter nas escolas.

UniCEUB presta homenagem à aluna Suênia Sousa Farias durante o Congresso

Por Susane Morais
Da Assessoria de Imprensa do UniCEUB



Na abertura do IX Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão e do IX Encontro de Iniciação Científica, maior evento acadêmico promovido pela Instituição, a direção, os professores e os alunos do UniCEUB fizeram um minuto de silêncio em memória da aluna Suênia Sousa Farias pelo seu falecimento, ocorrido no dia 30 de setembro.


Segundo a pró-reitora do Centro Universitário de Brasília, Elizabeth Manzur, toda a comunidade acadêmica sente o pesar pela perda da aluna. “Nós todos do UniCEUB estamos perplexos e pesarosos pelo falecimento da aluna Suênia. Espero que Deus conforte sua família neste momento de dor”, comentou.


Pelos próximos dias, as bandeiras da Instituição estarão a meio mastro em respeito à memória da estudante.

Secretário do MCT aposta que todo o conhecimento estará disponível

Por: Larissa Rehem - 6º semestre de Jornalismo
Fotos: Maria Fernanda Nalon - 6º semestre de Jornalismo


“Todo conhecimento estará gratuitamente disponível, inteiramente disponível e instantaneamente disponível.”. Essa foi uma das afirmações de Ronaldo Mota, secretário do Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, do Ministério da Ciência e Tecnologia , convidado para a primeira palestra do IX Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão no UniCEUB, nesta terça-feira.
Para explicar o tema Visão da globalização e do programa Ciência sem Fronteiras, Ronaldo Mota traçou um panorama histórico sobre a formação da educação. Começou com os filósofos que se destacaram – Sócrates, Platão e Aristóteles -, passou por Gutenberg – inventor da prensa, instrumento que ajudou na disseminação da literatura – e chegou aos dias atuais com as facilidades das novas tecnologias.



O evento acontece no campus do UniCEUB durante os dias 04, 05 e 06 de outubro. A comunidade também pode participar, para mais informações acesse o site www.uniceub.br




Reitor abre evento sobre qualidade de educação superior e sustentabilidade




Por Ludmyla Barbosa (texto) e 
Maria Fernanda Nalon (fotos)




A nova edição do Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão do UniCeub teve início na manhã desta terça-feira, dia 4. O tema deste ano é “A qualidade da Educação Superior e a Sustentabilidade do país”. Um evento solene marcou a abertura de uma série de palestras, cursos e apresentações de trabalhos acadêmicos voltados para os alunos da instituição.










Na solenidade de abertura, o reitor do UniCEUB, Getúlio Américo Moreira Lopes, lembrou das responsabilidades que os universitários e as instituição de ensino superior têm com a sociedade. Ele acrescentou que o evento busca divulgar os estudos e pesquisas para a comunidade acadêmica. Para o professor, o evento desse ano assume a responsabilidade de refletir a importância de construir um mundo mais sustentável através da educação.

A pró-reitora acadêmica do UniCEUB, Elizabeth Regina Lopes Manzur, também ressaltou a importância do congresso como uma oportunidade para mostrar a produção acadêmica da universidade. “A gente quer que os alunos vivenciem a sustentabilidade aqui na faculdade e que isso sirva para extrapolar dentro da vida profissional de cada um”.


A grande novidade dessa edição dessa edição do Congresso em relação às anteriores, segundo o diretor acadêmico, Carlos Alberto da Cruz, é a tentativa de aproximar os eventos realizados com cada curso de graduação e pós-graduação.
O evento de abertura foi marcado ainda pela apresentação do coral do UniCEUB, com a performance de Bohemian Rhapsody, do Queens