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Primeira partida das semifinais entre Brasília UniCEUB/BRB e Pinheiros de SP

Oito mil torcedores foram ao Ginásio Nilson Nelson na partida que marca a disputa por vaga na final do Novo Basquete Brasil (NBB)

Gabriela Vogado e Valentim Viana

UniCEUB/BRB recebe Pinheiros
Foto por: Larissa Coelho
Na noite desta sexta-feira, o Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, recebe a primeira partida das semifinais do NBB. O UniCEUB/BRB iniciou a partida com o seguinte quinteto: Arthur-04, Alex-10, Giovannoni-12, Nezinho-23 e Lucas Tischer-99. A equipe do Pinheiros contou com Figueroa-07, Marquinhos-11, Olivinha-16, Fiorotto-21 e Shamell-24.
Ao se reunirem no centro da quadra antes da partida os jogadores do UniCEUB/BRB pareciam estar animados. Além da possibilidade de chegar à final pelo quarto ano consecutivo, a convocação dos jogadores Alex, Guilherme Giovannoni e Ronald para a seleção olímpica deram um ânimo extra ao time. Já o time paulista luta para conseguir chegar pela segunda vez nas semifinais.
O placar eletrônico não funcionou no primeiro tempo devido a problemas técnicos, o que dificultou para os dois times, que não conseguiam visualizar o tempo da partida. Houve um grande equilíbrio entre as equipes e o placar terminou empatado em 16 a 16.
O destaque no time da casa foi o jogador Nezinho, com ótimo aproveitamento nas bolas de três pontos. A equipe do Pinheiros foi bem tanto nos rebotes ofensivos quanto defensivos, porém reclamou bastante da arbitragem.
O segundo quarto do jogo iniciou com o placar empatado em 16 pontos. Não houve folga em nenhum minuto. Os dois times seguiram com a marcação pesada, com diferença máxima de cinco pontos em quadra.
O primeiro tempo foi marcado pelos cestinhas Olivinha, Pinheiros, com 15 pontos e Alex, UniCEUB/BRB, com dez pontos. O placar final marcou 41 a 38 pontos a favor do UniCEUB.




Quase metade da população brasileira está com sobrepeso


Péssimos hábitos alimentares e sedentarismo são os maiores responsáveis pelo aumento do número de obesos no Brasil

 Por Nádia Laís


 O excesso de peso e a obesidade tiveram um aumento significativo nos últimos seis anos entre a população brasileira, segundo pesquisa feita pelo Ministério da Saúde. De 2006 até 2011, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8% e a proporção de pessoas que estão acima do peso no Brasil passou de 42,7% para 48,5%, no mesmo período.

A pesquisa foi feita com 54 mil entrevistados adultos, em todas as capitais entre janeiro e dezembro de 2011. Porto Alegre foi a capital com maior percentual de pessoas acima do peso (55,4%). Porém, o índice de pessoas que chegam a ser obesas é um dos menores (19,6%), ficando atrás somente de Natal, que teve o menor índice (18,5%) de obesidade.
A incidência maior de excesso de peso é entre o sexo masculino: 52,6% de homens com sobrepeso contra 44,7% de mulheres. O nutricionista Júlio Aquino explica porque os homens são mais afetados pelo excesso de peso: “O homem geralmente procura um médico quando já está muito acima do peso, a mulher não, ela sempre está preocupada com a questão da estética e por consequência cuida mais da saúde”.
De acordo com a pesquisa, os principais fatores que contribuem para o aumento desses números são o sedentarismo, o grande consumo de refrigerantes e de alimentos ricos em gordura. O estudo mostra também que quanto maior o nível de escolaridade, mais as pessoas consomem hortaliças e cultivam hábitos saudáveis.
Júlio Aquino afirma que o fator genético pode ser determinante para a obesidade.

“Se a pessoa tiver a predisposição genética e não cultivar um estilo de vida saudável, ela fatalmente sofrerá com problemas de excesso de peso durante toda a vida, pois terá mais facilidade para engordar e esse aumento de peso pode acarretar em problemas de saúde como a diabetes e a hipertensão arterial.”


O nutricionista diz também que a publicidade de alimentos, como sanduíches hipercalóricos, influencia muito na alimentação de crianças, e que deveria haver mais cuidado e responsabilidade no marketing desses produtos.


Além disso, o especialista alerta para o cuidado com dietas que podem prejudicar a saúde, lembrando que nem sempre ganhar peso é sinônimo de ganhar gordura.


“As pessoas geralmente têm a preocupação em ficar leves, e não se atentam que para ficar magro não necessariamente se têm que ficar leve. O importante é perder gordura. Se a pessoa começar uma dieta equilibrada aliada a uma atividade física, como a musculação, ela irá perder gordura e ganhar massa muscular, o que vai deixá-la mais pesada, pois os músculos pesam mais que a gordura. Com isso essa pessoa pode ter a sensação de ter engordado, o que não é verdade”, afirma o nutricionista.

Mais de três mil homens se revezam em turnos de seis horas no estádio de Brasília


Com mais de 58% de obras concluídas, o Estádio Nacional de Brasília, caminha para cumprir os prazos estipulados no começo das obras e ficar pronto até o fim de 2012. Os operários, que hoje, trabalham no estádio vieram de todo o Brasil, em busca de oportunidade e uma vida melhor na capital federal.

Kléber Alves, de 25 anos e Edílson Ney, 28 anos, vieram de Belém - PA, quando souberam das inscrições para ajudantes de obra no Estádio Nacional. Com apenas as passagens de ida, ficaram mais de trinta horas dentro de um ônibus até desembarcar em Brasília, ou como eles mesmos disseram, o lugar para recomeçar.

“Nós temos família no Pará, somos amigos à quase dez anos. Deixamos pai, mãe, amigos, namoradas, para realizar nosso sonho”, afirmou Kléber. Para Edílson, apaixonado pelo o seu Paysandu, time do Pará, trabalhar na construção do estádio, significa muito mais. “Só de pensar que grandes craques de todo o mundo jogarão aqui, já é uma satisfação”, disse o operário.

Trabalho dia e noite

Cada pessoa que trabalha na obra ganha entre R$ 450,00 e R$ 1.000,00 reais. Todos têm carteira assinada e moram em regiões administrativas do Distrito Federal. Douglas Xavier, de 40 anos, veio de Belo Horizonte e se tornou mestre de obras. Hoje ele mora em Águas Lindas de Goiás.

“Todos os dias levanto cedo, pego o ônibus, me junto a outros colegas que moram próximo a mim e vamos para o estádio”, explicou o operário que trabalha em dois turnos.

O Estádio Mané Garrincha foi inaugurado em 1974 e desde 2010 está em reforma para dar lugar ao Estádio Nacional de Brasília. O antigo estádio era menor e tinha capacidade de receber apenas 42.200 espectadores, ao contrário do novo estádio, que poderá receber até 70.042 torcedores.

O novo estádio tem o selo Leed Platinum. Ele é reconhecido internacionalmente e garante que a construção é altamente sustentável. O conceito de arena verde começou ainda na criação do projeto do Mané Garrincha. Na construção são usados materiais recicláveis ou reciclados.

Por Rafael Cadengue

Clube de atletismo recupera jovens através do esporte

Jéssica Alves da Paz treina salto a distância
O Clube de Atletismo de Sobradinho pode não colecionar títulos ou ter o nome estampado em manchetes, mas já conseguiu vitórias que não podem ser mensuradas. Pelo esporte, jovens da periferia correm e saltam para alterar a própria realidade.

            O treinador João Sena criou o Clube de Atletismo de Sobradinho, o CASO, por meio de doações. O clube recebe gratuitamente qualquer pessoa e o grande público é formados por jovens e crianças de comunidades carentes de Sobradinho, os maiores beneficiados pelo lugar. “Já vi muitos meninos mudarem realmente”. Ele lembra que vários garotos que chegaram ao local eram envolvidos com o tráfico de drogas.

O grande objetivo não é só formar um atleta, como afirma Gianetti Sena, esposa do fundador. “O mais importante não é ser um grande campeão porque infelizmente são só três lugares no pódio e são cem pessoas tentando esses três lugares. Você tem que formar pessoas que acreditam no potencial delas”, diz.

Uma das jovens que agarrou essa oportunidade foi Jéssica Alvesda Paz, 16 anos. Corredora há oito anos, fala da diferença de estar treinando ou estar em casa. “Porque lá onde eu moro muita gente vive assim no mundo das drogas e eu já estaria envolvida se não tivesse esse estádio aqui”, declara.









Foto, Gabrielle Vieira

Biólogos defendem cremação de animais

Biólogos defendem que a cremação de animais é a opção mais limpa e ecológica de dar adeus para aquele bicho de estimação que morreu. Para isto, é preciso encontrar uma empresa que tem autorização para fazer o procedimento. Por não liberar os gases provenientes do processo no ambiente, a cremação se torna menos agressiva se comparada ao enterro tradicional, explica a bióloga Lucilene Gomes.

Leia mais: Custo de R$ 500

O administrador do Paraíso Animal, a única empresa de Brasília que oferece o serviço de cremação para animais, diz que a clínica levou seis anos para adquirir um licença ambiental.

Para fazer este serviço os crematórios devem seguir as exigências do CONAMA, que monitora as emissões de oxigênio e dióxido de carbono na atmosfera, diz Lopes. A clínica passa supervisão governamental e é preciso entregar relatórios, que mostram a emissão de poluentes, conta.

A licença é o que permite o funcionamento da empresa e é feita junto à Secretaria de saúde e o Instituto Brasileiro do Meio ambiente. Mesmo com todos esses anos para conseguir a licença a empresa tem sete meses de funcionamento, conta Lopes. Leia mais.

Por Jéssica Mayza - Jornal Esquina

Clínica de cremação para animais cobra a partir de R$ 500

No Distrito Federal, existe apenas uma empresa que oferece o serviço de cremação para animais. Em todo o Brasil, existem apenas nove. O único crematório de Brasília, o Paraíso Animal, tem a média de uma cremação por dia que é suficiente para manter a empresa, segundo o administrador Luiz Felippe Lopes.

Segundo Lopes, a cremação de um animal de um animal de até 15 kg custa R$ 500,00 e varia de acordo com o aumento da faixa de peso. No valor esta incluído o transporte do bichinho de estimação até o local da cremação.

As cinzas e um DVD também são entregues para a família. O DVD tem a gravação do momento em que animal é colocado no forno industrial próprio para cremação.

A empresa tem dois botijões de gás de 180 kg, e um botijão desse da para fazer 7 cremações, conta o administrador. “O preço da cremação é apenas um reflexo dos custos”, diz.

O apego

Tatiana Xavier optou por cremar Tutty, a cachorrinha da raça dálmata, porque quando morrer quer ser enterrada com as cinzas da velha amiga de quatro patas que faleceu aos 13 anos . “Descobri através da veterinária que existia um crematório de animais domésticos aqui em Brasília”, conta Tatiana.

De acordo com o administrador o DVD disponibilizado tem a intenção de confirmar para o dono do bichinho que ele realmente foi cremado. “Ter uma urna em casa com cinzas é um ato de apego para com aquilo que não existe mais”, alerta a psicóloga.
Saiba sobre as vantagens da cremação.

Por Jéssica Mayza - Jornal Esquina

Falta esgoto e coleta de lixo em comunidade de Valparaíso de Goiás

          Criada há quatro anos, a Nova Vila Guaíra, bairro de Valparaíso de Goiás, enfrenta vários problemas de infraestrutura básica, como a falta de coleta de lixo e saneamento básico. O local abriga cerca de 400 famílias e se prepara para receber 44 novas casas. No projeto inicial, a vila teria somente 185 unidades habitacionais e, de acordo com o vice-presidente da Associação dos Moradores, Reginaldo José de Souza, é o excesso de famílias que faz com que a rede de esgoto não consiga atender a demanda da vila.
No entanto, o secretário municipal de Administração e Finanças, Joaquim do Monte, assegura que todo o serviço de infraestrutura da região foi feito devidamente e que o problema se encontra na falta de educação dos moradores. “Tem pessoas que ainda não estão aptas a viver em comunidade. Eles não têm educação”, completa.
Esgoto a céu aberto
A população reclama que os encanamentos vivem entupidos e que as bocas de lobo jorram no meio da rua. Para os moradores, a construção de fossas seria uma boa alternativa. “É proibido fazer fossa, mas aí o esgoto não funciona e nós somos obrigados a conviver com essa nojeira a céu aberto?”, questiona a moradora Leidemar Soares.
Todos os habitantes da vila foram removidos de suas antigas casas, que se encontravam em situação ilegal e de risco, para viver em casas populares construídas por uma parceria entre o governo federal e o governo estadual. As antigas casas estavam localizadas às margens de um córrego e, por isso, poderiam desabar.
Mas, o que era para ser uma mudança positiva, acabou deixando-os em uma situação pior sob muitos aspectos. A moradora Maria Amélia conta que um cano estourou no meio de seu quintal e que na vala, originada pelo incidente, cabe uma pessoa deitada. “Eles tiraram a gente de lá para vir ficar vivendo nessa porqueira daqui? Nós somos gente, ora, não porcos!”, diz ela.
Doenças e mau cheiro
Outro problema enfrentado pelos moradores é a falta de coleta de lixo. Sem saber o que fazer com ele, muitos moradores passaram a jogá-lo em um terreno baldio à margem da vila, onde havia uma extensa área de vegetação nativa. No lixo improvisado pode ser encontrado de tudo, desde grandes entulhos de construção até sucatas de carro, geladeiras e muito lixo orgânico.
Além do frequente mau cheiro, o aterro atrai bichos transmissores de doenças, como ratos e baratas. Segundo Selma Souza, enfermeira do posto de saúde de Vila Guaíra, as principais doenças são verminoses, infecções das vias respiratórias, dermatites e diarreias.
A Quebec Ambiental, empresa responsável pela coleta de lixo do local, afirma que o lixo é recolhido três vezes por semana, sempre no fim do dia. Mas, isso não é o que afirma o morador Geraldo José Ferreira. “O caminhão passa uma vez na semana, quando passa. E mesmo assim, não tem um horário certo”, diz.
Confira imagens da Vila Guaíra aqui.

Cem mulheres trabalham nas obras do Mané garrincha


O Estádio Nacional de Brasília emprega muitos funcionários, e entre eles algumas mulheres. Ainda são poucas, mas a presença delas tem feito diferença no trabalho, como é o caso de Maria Rita.

A operária veio do Piauí a um ano e tenta a sorte em Brasília. Ela afirma que mesmo em minoria, suas colegas de trabalho se empenham da mesma forma que os homens e sonham alto. “Somos poucas, porém nossa parcela de contribuição”, contou.
Leia mais sobre operários na obra do Mané Garrincha

Ela mora no bairro da Estrutural e pega ônibus todos os dias para chegar ao estádio. Seu trabalho é na limpeza do estádio. “Muitos consideram o nosso serviço simples, mas os nossos colegas que trabalham na fuselagem e na construção pesada mesmo sabe o quanto é difícil organizar tudo”, garante a Piauiense.

Maria Rita revelou que não entende muito de futebol, mas que está ansiosa para assistir as partidas. “Quem não quer ver um jogo de Copa do Mundo, principalmente em um estádio que nos erguemos”, completou.

Nome do estádio gera polêmica

A comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados enviou uma moção ao governador do DF, Agnelo Queiroz, protestando pela alteração no nome do Estádio. De acordo com o presidente da comissão, Jonas Donizette, do PSB-SP, trocar o nome do estádio seria um erro.
“Isso é desfazer uma homenagem histórica a um dos principais atletas do futebol brasileiro e mundial”, explicou.

Até agora nada foi resolvido e o empasse continua. O Estádio Nacional de Brasília deve ficar pronto no fim de 2012.

Por Rafael Cadengue - Jornal Esquina

No Distrito Federal, 300 cegos estão na fila de espera por um cão-guia

A quantidade de cegos que querem um cão-guia é bem maior do que o número de cães disponíveis. “São aproximadamente 300 cegos na fila de espera”, conta a coordenadora Maria Lúcia Campos. É uma grande vitória chegar ao final do treinamento, que leva em geral pelo menos dois anos. A primeira etapa do treinamento de um cão-guia dura dozes meses.
Quando o filhote completa 60 dias de idade, ele vai para os cuidados de uma família voluntária que acolhe o cachorro até ele completar seu primeiro ano. A coordenadora do Projeto Cão-Guia, Maria Lúcia, explica que esses voluntários não têm despesas com o filhote. “Ração, assistência veterinária e medicamentos, tudo é fornecido pelo projeto”, diz.
Essa fase é chamada de socialização. É onde a família voluntária tem o compromisso de “apresentar o mundo” ao cachorro. Andar de carro, ônibus, ir ao trabalho e à escola, todas as possíveis futuras realidades de um cão-guia precisam ser introduzidas ao cachorro. Maria Lúcia explica que desde que são pequenos, os cães já são reconhecidos como guias.
A próxima etapa do treinamento é quando o animal volta para o canil do projeto e passa por diversos testes que são feitos por especialistas. Eles vão verificar a saúde do cão e analisar se ele está apto para começar o serviço.
A terceira fase é o treinamento específico de cão-guia, que envolve desvio de obstáculos, respeitar os semáforos e ajudar o cego em atividades diárias. Essa etapa dura aproximadamente um ano, de acordo com a coordenadora.
Maria Lúcia explica que o treinamento dos cachorros é demorado e rigoroso porque “seria como estivéssemos colocando a vida de uma pessoa em quatro patas”, conclui.
Por Mariana Torres - Jornal Esquina

ONG de Brasília promove inclusão social de cegos

A organização não governamental de treinamento de cães-guia que existe em Brasília é a única do Brasil neste tipo de trabalho. As outras instituições espalhadas pelo país fazem apenas a adaptação de cachorros que vêm de fora para a nossa realidade. A coordenadora do Projeto Cão-Guia da Associação Brasiliense de Ações Humanitárias (ABA), Maria Lúcia Campos, explica que os beneficiados não têm nenhum custo para receber os serviços.

O Projeto

Todos da raça labrador, os cachorros já são selecionados antes de nascerem. Existe uma doença que atinge a maioria dos cães de grande porte, a displasia. Uma doença na articulação da perna do animal que dificulta a locomoção. Dessa forma, Maria Lúcia conta que os pais precisam ser bem escolhidos para que os filhotes não herdem esse gene ruim.

Os primeiros cães da instituição brasiliense foram doados pela Fundação MIRA, no Canadá, que foi onde os bombeiros militares fizeram o curso Adestramento de Cão-Guia de Cego. Mantido pela associação ABA, o projeto cão-guia não possui fins lucrativos, afirma a coordenadora. Ela explica ainda que o maior objetivo desse trabalho é promover a inclusão social de quem não enxerga. “Buscamos melhorar a autoestima dos cegos e criar uma ferramenta que faça com que a pessoa se sinta mais independente”, diz a coordenadora.

Depois que os filhotes nascem, eles passam por um rigoroso processo de treinamento que exige tempo e paciência. Para saber como funciona o treinamento, clique aqui.

Por Mariana Torres - Jornal Esquina

Pesquisa revela que qualidade no ambiente de trabalho melhora desempenho dos funcionários

Uma pesquisa feita pela empresa de recursos humanos constatou que a maior motivação dos funcionários é ter um ambiente saudável e bom relacionamento com os colegas. O levantamento feito no ano passado ouviu mais de 40 mil executivos e também revelou que a felicidade no emprego gera ganhos entre a empresa, pois dessa forma a produtividade do funcionário aumenta.

Uma alternativa que visa a melhorar o ambiente de trabalho é a pratica de exercício físico. Esta alternativa já é utilizada por algumas instituições, como a Universidade de Brasília, o Ministério da Previdência Social e a Embrapa.

Leia também: Empresas oferecem prática de exercício físico para os funcionários

Passo a passo -
Segundo Marcelo Nascimento, professor de Educação Física da UnB, a atividade física pode evitar problemas de saúde dos funcionários. “O cansaço e esgotamento começa na mente e passa para o corpo e passa para o corpo. Isto pode se refletir em ganho de peso e a gordura prejudica a rotina da pessoa no dia a dia. O maior problema é que esse processo nem sempre é percebido, pois acontece gradativamente.”


Marcelo Nascimento afirma que a intenção da prática de exercício nas empresas não visa alterar toda uma estrutura de trabalho, mas apenas criar algumas condições de melhora na qualidade de vida do trabalhador. “O esporte é uma ferramenta de transformação quando bem utilizado e de objetivos claros.”
Por Luciana Amaral e Victor Barbosa - Jornal Esquina

Empresas oferecem prática de exercício físico para funcionários

Com o objetivo de melhorar a qualidade no ambiente de trabalho empresas buscam inovações com a prática de esporte e exercícios. Segundo pesquisa feita por empresa de recursos humanos organizações vêm utilizando essas atividades para motivar os funcionários em suas empresas.

O Ministério da Previdência Social oferece aulas gratuitas de dança a seus funcionários de alguns setores, como a Ouvidora. Segundo Aline Jacques há algumas resistências dos funcionários no inicio dessas atividades, mas logo eles gostam das aulas. “Parece que são outras pessoas após alguns meses de aula. No início eles ficam tímidos em dançar de casal, mas depois se soltam.”

A Embrapa foi outra empresa, onde os funcionários se uniram para a prática de corrida de Kart. A corrida se tradicional para a empresa, foi criada a Copa Embrapa Cerrados de Kart. Desde 2008 há o campeonato se tornou famoso entre outras pessoas que não disputavam a corrida. Dário Dantas, um dos funcionários da Embrapa, afirma que as corridas começaram aos com poucos participantes, mas logo outros participaram do evento. “Surgiu, então, a ideia de se fazer a Copa aberta a todos os funcionários da Embrapa.”

O Programa Viva Bem UnB é outro exemplo dessa proposta de exercício físico nas organizações. O programa criado na Universidade de Brasília visa estimular a prática de exercícios entre todos os funcionários da UnB. Atualmente mais de 100 pessoas praticam alguns esportes oferecidos pelo Viva Bem. Entre alongamento, ginástica localizada, step,. Dança de salão e jiu-jitsu, o programa possui cerca de 20 profissionais na aérea de Nutrição, Fisioterapia e Educação Física.

Por Luciana Amaral e Victor Barbosa - Jornal Esquina

Polícia Militar do DF oferece tratamento de equoterapia


O Regimento de Polícia Montada (RPMon) oferece sessões gratuitas
Por Gabriela Sant'Anna

Fisioterapeuta Andréia Belo com aluna
A Polícia Militar do Distrito Federal oferece, desde 1993, aulas de equoterapia para pessoas carentes ou que não podem pagar pelo tratamento. O centro conta com doze profissionais, todas mulheres, nas áreas de educação física, psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia, arte educação e pedagogia.

Os pacientes dão início ao tratamento depois de um estudo de caso feito pela equipe interdisciplinar do centro. “A partir daí é definido o planejamento de atendimento semestral, com as propostas feitas de acordo com a patologia de cada praticante”, diz Andréia Belo, fisioterapeuta do centro. As aulas têm duração de trinta minutos e são elaboradas individualmente para cada paciente.

Existe uma lista de espera com duzentas e cinquenta e uma pessoas e quem entra na fila aguarda em torno de dois anos. A demora ocorre porque o aluno que entra tem direito a atendimento durante dois anos. Ao final desse período, ele é desligado e volta para o final da fila, para que outros inscritos tenham oportunidade de desfrutar do serviço.
Aos interessados, para inscrever-se é preciso ir pessoalmente ao RPMon, localizado no Riacho Fundo, BR 060, e preencher a ficha com dados pessoais do paciente. O comandante do Regimento é o Tenente Coronel Fernando D’Austria e Caravellas Filho.


Entenda como funciona a equoterapia


Terapia que utiliza cavalos é indicada para tratamento de deficiência
Por Gabriela Sant'Anna e Vivian Azeredo

Equoterapia é um método terapêutico interdisciplinar e educacional que utiliza o cavalo para promover o desenvolvimento biopsicossocial da pessoa com deficiência, segundo a Associação Nacional de Equoterapia - ANDE-Brasil. O método é indicado para crianças a partir de três anos e adultos, sem limite de idade. O tratamento tem maior eficácia em pessoas portadoras de sequelas motoras e neurológicas.

Lara Resende, de onze anos, monta desde os quatro e a mãe garante os benefícios das aulas. “Minha filha não andava antes de começar a equoterapia, depois de quatro meses montando, ela começou a dar os primeiros passos. Os efeitos foram muito rápidos”, afirma a funcionária pública Nava Resende. Lara é portadora da Síndrome de Kabuki, uma doença rara que afeta tanto a parte neurológia quanto física do corpo.

A prática ajuda na autoestima e autoconfiança do paciente, além do equilíbrio, coordenação motora, controle postural e melhoras no aprendizado. “Acreditamos hoje que a equoterapia lúdica ajude a criança a aprender com motivação e sem a obrigação de uma sala de aula”, diz Vera Regina Ângelo, pedagoga.

Outro aspecto muito importante é o da inserção do paciente na sociedade. Pelo fato de a terapia ser dada em ambientes diferentes, o praticante fica mais aberto à socialização e aceita contato com outras pessoas, buscando a integração com a escola de equitação e com o mundo.
No Distrito Federal, existem cinco centros filiados à ANDE-Brasil. Os contatos podem ser encontrados no site da Associação.






Lojistas e funcionários do plano piloto mudam rotina para se proteger de furtos e assaltos


 
Por Camila Ferreira e Veltz Capone
Tatiana Maria, gerente de uma sorveteria na Asa Norte, conta que a loja ainda não foi alvo de assalto, mas, mesmo assim, ela está preocupada com o aumento da violência. “Mês passado a lanchonete aqui do lado foi assaltada, ficamos muito preocupados, apesar de a área estar mais tranqüila atualmente”.  
De acordo com os donos de comércios locais o posto policial instalado perto do local não melhora a segurança. “Os policiais do posto não saem de lá, o posto não adianta em nada. O esquema do Cosme e Damião funcionava legal, intimidava os malandros”, reclama.
Quem frequenta os comércios locais relata que os bandidos não escolhem um determinado horário para cometer o delito. “Perderam o medo da polícia, estão cada vez mais ousados”, opina Edmilsom, designer de interiores.
 Uma famosa academia localizada na 706/707 norte já foi alvo de tentativa de assalto e até seqüestro relâmpago. “Portas automáticas não impendem os bandidos de entrarem. Uma aluna já sofreu sequestro relâmpago na porta da academia às 19h30. Geralmente quando acontece um assalto ou algo assim, as rondas da polícia são mais freqüentes, mas depois de um tempo somem”, conta Maria Cristina, consultora de vendas da academia.
 “Deveriam ser realizadas mais rondas e a abordagem deveria ser mais efetiva. A polícia hoje em dia está desmoralizada, os bandidos assaltam do lado do posto policial”, reclama o arquiteto Tiago Melo.